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Motivos para sua empresa ter um site (Argumentação para venda leia e tente decorar)

Um site é a principal forma de se estabelecer um bom relacionamento com o consumidor. Saiba porque!

Mesmo com esse constante avanço tecnológico atual, ainda há empresários que não veem vantagens em ter um site para o seu negócio. Existe um ditado que diz: “Sua empresa só existe se ela estiver na internet”. Vamos entender agora um pouco mais sobre quais as principais vantagens de ter o seu negócio divulgado na internet.

MOTIVO 1: FACILIDADE PARA O CLIENTE ENCONTRAR A SUA EMPRESA
Possivelmente você já teve alguma dúvida sobre algum produto ou serviço, ou até para pesquisar algum número de telefone comercial, e para sanar essa dúvida você fez uma pesquisa na internet, é nesse momento que o site da sua empresa entra em cena.

Além de credibilidade, um site é a principal forma para se estabelecer um bom relacionamento com o consumidor, pois lá é que está contido todo o DNA do seu negócio: serviços, produtos, missão, visão, valores, endereço, todas as informações que possam facilitar e reduzir o caminho entre a troca de valores, seja ele como forma de venda de um produto ou a prestação de um serviço.

MOTIVO 2: MENOR CUSTO NA HORA DE ENCONTRAR POSSÍVEIS CLIENTES
Imagine que um site receba em média 5 visitas por dia em um prazo de 30 dias, no final desse período, você terá estabelecido contato com 150 clientes em um mês sem ter que gastar uma grande quantia em dinheiro para que a mesma quantidade de clientes visitassem sua loja física. Ter um site não quer dizer que a sua empresa não possa ter uma loja física, muito pelo contrário, as duas coisas se complementam. É muito comum hoje um cliente pesquisar sobre uma empresa na internet antes de estabelecer um contato mais próximo.

MOTIVO 3: AUMENTO DAS VENDAS EM GRANDE ESCALA
Vamos pensar o seguinte, com o crescimento da internet, sua empresa não precisa e não deve se limitar a apenas o mercado local. Um exemplo são as lojas virtuais, que na maioria dos casos além de possuir lojas físicas, possuem também toda uma estrutura virtual para não se limitar a apenas o público local, podendo assim atender em todo o país. Além de um grande aumento no faturamento, há também um fortalecimento do nome da marca em uma grande escala.

MOTIVO 4: INTEGRAÇÃO COM REDES SOCIAIS
Você deve estar se perguntando, já tenho uma página no Facebook, preciso ter um site? Vamos entender o seguinte, redes sociais funcionam como uma vitrine. Imagine-se andando por uma rua e você acaba gostando de um determinado produto em uma vitrine, ao se interessar pelo produto você faz oque? Entra na loja para ver mais de perto, é ali onde ele entra em contato com a sua marca, seja sendo atendido por um vendedor ou vendo detalhes do produto. Na internet o processo é o mesmo, porém quem faz o papel de vitrine é a Rede Social, e quem faz o papel da loja é o site.

MOTIVO 5: MENSURAÇÃO DE DADOS E RESULTADOS
Na internet, recolher dados de possíveis comprados e pessoas que visitam o seu site é simples e muito mais barato que em uma loja física.

Vou te fazer a seguinte pergunta: Você possui o histórico detalhado dos últimos 100 clientes que visitaram ou tentaram fazer negócio com a sua empresa? Se sim, você provavelmente teve altos gastos em estrutura interna para alcançar esse mérito, não é mesmo?!

Fonte: Online Sites

16 razões para criar um site novo para sua empresa (Sequência de Argumentação troca de site antigo para novo. Ler e tentar decorar os Mais interessantes)

Um site desenvolvido com foco em SEO desde a sua concepção tem muito mais chances de conquistar um bom posicionamento em mecanismos de busca.

Criar um site novo para sua empresa é indispensável para o seu sucesso e isso já não é mais novidade para ninguém nos dias de hoje. Não estar presente nos meios online é sinônimo de perder oportunidades, negócios e a chance de se conectar com mais pessoas.

Por outro lado, não basta apenas estar no universo digital, é preciso se destacar em um ambiente que se torna a cada dia mais competitivo, uma vez que, diversas empresas tomam consciência da importância de criar um site novo para marcar uma boa presença na internet.

Se já faz tempo que você pensa em renovar ou em criar um site novo, mas ainda não o fez, está na hora de colocar essa ideia na sua lista de prioridades. É possível que você esteja perdendo um volume considerável de clientes porque não transmite credibilidade com um domínio velho e pobre de funcionalidades. Você já pensou nisso?

Se ainda não pensou ou está pensando nisso, continue a leitura e entenda quais são as principais razões para criar um site novo para a sua empresa. Confira!

Por que renovar o seu site antigo?
Em diversos segmentos, ainda é muito comum ver sites desatualizados ou que não contam com as melhores práticas recomendadas pelo Google e outros mecanismos de pesquisas para ajudar no posicionamento dos resultados das buscas. E ter uma página mal posicionada é o mesmo que não ter — é sinônimo de desperdício de recursos.

Páginas defasadas também representam sérios riscos de segurança, já que têm mais vulnerabilidades, e ainda apresentam vários erros durante a navegação, capazes de espantar seus visitantes que poderiam vir a se tornar clientes, e desse modo, fazendo com que procurem a concorrência, que provavelmente já se deu conta da necessidade de criar um site novo e funcional.

Por que ter uma boa presença online?
A popularização da internet fez com que ela se tornasse uma ferramenta essencial para se conectar com seu público. Mesmo quando se usam meios offline de comunicação, eles precisam da completação online para se tornarem eficazes.

Ou seja, de nada adianta sua empresa anunciar em horário nobre nas melhores emissoras de televisão, se não tiver um bom site para onde direcionar as pesquisas que serão feitas sobre ela na internet após a veiculação do comercial. Certo?

A necessidade da presença online se desenvolveu de uma forma que, hoje em dia, é impensável para uma empresa não estar na web ou não fazer isso da maneira correta. Ao não contar com um site de qualidade, o seu negócio passa a não “existir” para o grande público.

Um site permite que você destaque todos os seus serviços do seu jeito, priorizando os aspectos mais estratégicos de cada um deles. Além disso, se torna um canal de comunicação direta com seus clientes, disponível 24 por dia, 7 dias na semana, sem nenhum custo adicional por isso.

Você pode fechar uma venda por meio de uma seção comercial e medir a sua taxa de conversão para otimizar os resultados. Além disso, um site serve como destino para apontar em posts de redes sociais ou e-mail marketing, e ainda, para entender os interesses do seu público por meio das interações dele com o conteúdo do seu site ou blog.

Ainda não se convenceu? Então, veja, a seguir, mais alguns importantes motivos para ter uma presença online de qualidade.

Seus clientes conseguem encontrar sua empresa
O primeiro impulso da maioria das pessoas ao ouvir o nome de um produto ou serviço é buscar informações sobre ele no Google. É importante que entre os resultados esteja o seu site oficial, um espaço sob o seu controle, que apresente suas soluções de maneira objetiva e persuasiva.

É natural que quando o público não encontre a sua marca, busque por outra capaz de entregar as mesmas soluções que você oferece e pelas quais ele está procurando. Já pensou nisso?

Facilita a criação de conteúdo estratégico
O conteúdo é o que move a internet, atraindo público e aumentando os pontos de interação dele com a sua marca. Contar com um bom site é essencial porque permite que você tenha um espaço para criar e compartilhar seu material e demonstrar a sua autoridade nos assuntos relacionados ao seu produto ou serviço.

Sem isso, você dependerá de outras plataformas que não são totalmente suas, como as redes sociais, em que você não terá total controle sobre as interações com o seu conteúdo, e ainda, correrá o risco de o ter fora do ar quando você menos esperar.

Alto poder de personalização
Um site de qualidade serve como um reflexo fiel da sua empresa no ambiente digital, por isso, a capacidade de o personalizar, deixando-o com “a cara” da sua marca é um excelente motivo para que o você o tenha.

Todos os elementos do site devem ser coerentes com seu propósito, posicionamento, e ainda, com a identidade visual da sua marca. O seu cliente em potencial, quando chega até as suas páginas, precisa sentir que aquele espaço é uma extensão do seu negócio.

Presença global
A internet é internacional, permitindo que uma empresa fique conhecida além das próprias fronteiras e alcance um público até então impossível de ser atingido. É possível ampliar consideravelmente a sua área de atuação ao contar com o potencial de abrangência da web.

Dessa forma, você tem a possibilidade de atender pessoas que, sem o site, não teriam acesso à sua empresa, a não ser por telefone ou pessoalmente, e assim, se ampliam as suas chances de negócio.

Nova via de negócios
Cada canal de comunicação que seja capaz atrair novos negócios para a sua empresa é algo valioso.

Um site de qualidade tem o potencial de servir como um de seus melhores vendedores, já que trabalha 24 horas por dia, e ainda, utiliza uma série de recursos a seu favor para atrair o público certo e agregar valor às suas soluções. O seu time comercial precisa desse reforço!

Alcance ao novo perfil de público cada vez mais digital
Atualmente, do consumo de entretenimento às comunicações e relacionamentos, acontecem nos meios online. Basta pensar nos sites de música e filmes on demand e nos aplicativos e sites de comunicação.

As pessoas, quando querem recomendar uma empresa por exemplo, dificilmente têm em mãos o cartão de visitas, o folder, o número do telefone ou o endereço físico dela. Por isso, mesmo presencialmente, optam por mandam o link do site por meio dos apps de troca de mensagens. E se a sua empresa não tiver um link, não será indicada.

O novo perfil de público e seus hábitos de consumo estão a cada dia mais dependentes dos meios online, portanto, se você deseja manter a sua empresa no mercado, não pode ignorar isso.

Baixo investimento com ótimo custo-benefício
Ter um endereço na web custa muito menos do que ter um endereço físico, tanto em termos de aquisição, quanto no que diz respeito à manutenção. Sem contar que no meio online, esse investimento é capaz de atingir a uma quantidade maior de pessoas durante muito mais tempo.

Basta pensar que manter um estabelecimento aberto 24 horas por dia, gerará mais despesas com energia elétrica e horas extras de colaboradores por exemplo, enquanto um site na internet está disponível a qualquer hora do dia ou da noite sem custar um centavo a mais por isso.

Maior competitividade com a concorrência que já tem presença online
O seu concorrente certamente já está na web, por isso, é necessário se diferenciar buscando formas de fazer com o público prefira acessar o seu site em vez do dele. Essa é uma ótima razão para você criar um site novo para sua marca, pensando, desde a sua concepção, em como se destacar frente a concorrência.

Uma ótima maneira de fazer isso é por meio de um benchmarking, coletando informações sobre o que os seus concorrentes fazem para se diferenciar e buscando estratégias melhores que as deles.

Quais são as razões para criar um site novo para a sua empresa?
Você já sabe da importância de ter uma presença online para o seu negócio, mas entende o valor de refazer o seu site?

Por mais que você tenha uma página na internet, há grandes chances de ela estar defasada e falhando em proporcionar os benefícios que pode oferecer, e o pior: é capaz do seu site afastar potenciais clientes por conta de alguns problemas.

A web é dinâmica, de forma que todos os dias podem surgir conceitos e recursos que precisam ser implementados no seu site.

Tendências crescem e se tornam realidade conforme o comportamento do público se transforma, e a presença digital das empresas busca sempre agradar essas pessoas. Se isso não está acontecendo com o seu site, está na hora de uma renovação.

Quer mais alguns motivos? Veja, a seguir, as 16 principais razões para criar um site novo para a sua empresa.

1. Impulso à credibilidade
Websites bem estruturados, com um bom design e uma navegação que facilitam as interações, passam a imagem de profissionalismo e credibilidade para os usuários. Pense no seu próprio caso: você teria confiança em uma empresa com um site ruim e desatualizado?

Existem muitos sites de vários segmentos que não foram atualizados há muito tempo e estão parados desde o início dos anos 2000. Muita coisa mudou desde então, e quando se acessa um site assim, a impressão que se tem é de pouco cuidado com a marca.

E se não se tem cuidado com a própria imagem da empresa, imagine se terá com seus clientes? Por isso, enquanto seus concorrentes estão defasados, você deve se certificar de que o mesmo não aconteça com o seu negócio e desse modo, mostrar que está um passo a frente da concorrência.

Por isso, é hora de atualizar e garantir que a sua reputação online esteja de acordo com o que ela representa fora da web. Isso fará com que mais pessoas vejam valor nas suas ofertas e enxerguem o seu negócio como um nome de credibilidade na sua área de atuação.

2. Acesso a um layout responsivo
O uso de dispositivos móveis cresce exponencialmente ao longo dos anos, e hoje, é praticamente prioritário. Cada vez mais usuários navegam na internet a partir de tablets e smartphones, e isso altera a forma de interação com a maioria dos sites.

Isso significa que, se as suas páginas não estão adaptadas, você possivelmente está perdendo muitas oportunidades de fechar negócio. Layouts antigos não são responsivos, ou seja, não se adaptam às diferentes telas de distintos aparelhos.

Você pode perder a chance de conquistar um novo cliente simplesmente porque ele não conseguiu visualizar o seu site corretamente pelo celular. Entregar uma experiência ruim ao usuário pode fazer com que ele não volte mais.

Além disso, já há alguns anos, o Google prioriza os sites responsivos em seus resultados, e aqueles que não oferecem uma boa experiência mobile sequer são mostrados. Você não quer que o seu site fique de fora dos principais mecanismos de pesquisa, não é mesmo?

Portanto, criar um site novo para empresa permite garantir que ele funcione em qualquer tipo de aparelho usado atualmente. Isso engloba tanto os computadores tradicionais quanto smartphones e tablets. Garanta que mais pessoas consigam acessar seu conteúdo e, assim, virarem clientes.

3. Solução eficiente para evitar um site cheio de erros
Parece que, às vezes, basta ajustar alguns detalhes para melhorar o site, como trocar o layout ou arrumar uma página fora do ar. Bom, talvez não seja tão simples assim!

Pode ser que, com o passar dos anos, o seu site tenha acumulado erros que permaneceram sem correção. Reformular ou otimizar uma página que tem uma diversidade de falhas pode resultar no dobro de gastos para você, e ainda assim, não ficar completamente livre de erros.

Bugs graves podem gerar mais problemas a cada alteração que você fizer, e é imprevisível saber o que vai ou não ser compatível com o que será inserido de novidades no seu website. Criar um site novo para sua empresa do zero é uma ótima forma de começar com algo livre de erros e renovar a sua presença online, causando um bom impacto nos seus clientes.

O resultado terá um código capaz de minimizar mais problemas e se manter eficaz por muito mais tempo.

4. Alcance das melhores posições no Google
O Google se tornou a referência em buscas e pesquisa na internet.

Ele criou várias recomendações e boas práticas para que os sites sejam encontrados nas buscas. Sites antigos ou criados em plataformas que não são otimizadas para as buscas podem ser o tendão de Aquiles do seu negócio.

Criar um site novo que já é pensado para SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Mecanismos de Busca), layout responsivo e com pontos de conversão espalhados pelas páginas são as melhores maneiras de tirar o máximo do seu espaço na rede.

A criação de um site novo para sua empresa é uma oportunidade de seguir as melhores práticas do Google para estar bem posicionado nas buscas, além de atender às exigências do público que navega pela web.

Assim, você vai conseguir mais oportunidades de negócio e poderá reforçar a sua marca no ambiente digital.

5. Estrutura para SEO pensada desde a concepção do novo site
E por falar em otimização para mecanismos de busca, existem diversas técnicas para que ela seja aplicada de forma eficiente. Por exemplo, oSEO onpage, que observa os aspectos controláveis na hora de otimizar um site, como a hierarquia de títulos. E o SEO offpage que trata das questões incontroláveis como os links que apontam para o site que está sendo otimizado.

Apesar de o SEO offpage praticamente não depender do modo como o site foi desenvolvido, claro que ele será beneficiado por um site com uma boa estrutura onpage. Por exemplo, um CSS que já deixe a hierarquia de H1, H2, H3, H4 pré-formatada, terá um conteúdo muito mais organizado e, consequentemente, mais chances de ser linkado por autoridades no assunto para o qual se destina.

Portanto, nesse caso, um site que funciona direitinho, tem bom conteúdo, textos escaneáveis, imagens identificadas e com texto alt, entre outros detalhes importantes que devem ser cuidados durante o desenvolvimento, tem muito mais chances de ser indicado por outro site.

Então, conceber um site já com a estrutura pronta para um bom SEO ampliará as chances de melhor posicionamento do seu site de modo significativo.

6. Uso de publicidade dinâmica
Ter um site adaptado às tendências modernas oferece acesso a tecnologias bastante vantajosas para o seu negócio. Um exemplo disso é a possibilidade de aumentar o seu rendimento com a veiculação de publicidade dinâmica nas suas páginas.

Serviços como a Rede de Display do Google AdWords somente funcionam em sites que aderem às diretrizes modernas de design e otimização. Ao se adaptar, você terá acesso a um novo mundo de possibilidades, envolvendo a veiculação de anúncios inteligentes.

Isso também vale na direção oposta: ao ter um site moderno e de qualidade, outros espaços virtuais podem servir de suporte para os seus anúncios espalhados na web. Afinal, eles oferecerão uma boa experiência aos visitantes e não serão barrados pelo sistema de publicidade do Google.

7. Maior otimização dos seus recursos
Você provavelmente não tem paciência para esperar um site lento terminar de carregar, certo? Na verdade, pouquíssimas pessoas têm.

Isso também vale para o seu público, pois se ele tiver uma experiência negativa como essa, ao tentar acessar as suas páginas, dificilmente ele voltará para dar uma nova chance ao seu negócio.

Um site velho certamente sofre com problemas de otimização. Isso envolve desde um código-fonte com referências desatualizadas até imagens pesadas demais, sem a devida compressão.

Criar um site para empresa de maior qualidade inclui garantir que cada elemento dele esteja otimizado para diversos tipos de acesso.

Dessa forma, será possível contar com um site que carrega rapidamente e não exige muito do plano de dados de quem está usando o celular. Isso fará com que você tenha mais acessos e, consequentemente, conquiste mais clientes.

8. Renovação do design do site
As pessoas são criaturas visuais, ou seja, bastante influenciadas pelo que veem.

Se o design do seu site não é intuitivo, dificilmente terá bons resultados com ele. Um dos benefícios de renová-lo é garantir que ele tenha o melhor design que precisa. Isso vai além de ter um layout bonito.

Cada uma das partes das suas páginas deve ajudar o visitante a chegar até o seu objetivo da maneira mais fluida e clara possível. É um trabalho que envolve o conhecimento a respeito do perfil do seu público e a implementação de todas as facilidades para encurtar o caminho.

A tecnologia é uma poderosa aliada para esse momento. Ao realizar testes A/B, você pode testar duas mudanças simultâneas no seu site e monitorar os resultados que elas geram para determinar qual é a melhor direção a seguir.

Assim, você pode avaliar melhor o desempenho das opções é escolher aquela que mais contribui para a conversão do usuário.

9. Livrar a sua empresa de falhas de segurança
Assim como a evolução da tecnologia permite que os sites se tornem mais eficazes, ela também os deixa mais seguros.

Todos os dias podem surgir vulnerabilidades na estrutura da web que força empresas a adaptarem a proteção das suas páginas para evitar problemas.

Portanto, se o seu site está defasado há algum tempo, provavelmente ele está vulnerável.

Modelos antigos de funcionamento têm as suas falhas amplamente divulgadas, fazendo com que o seu conteúdo se torne um alvo gigantesco para as ações de pessoas mal-intencionadas.

Isso pode ser extremamente prejudicial para a credibilidade da sua empresa se o seu site for hackeado ou os dados dos seus clientes vazarem. Evite que isso seja um risco e renove o seu site para garantir que ele tenha a proteção adequada.

10. Seus concorrentes já fazem isso (várias vezes)
Ficar de olho naqueles que competem pela preferência do seu público é essencial para qualquer área de atuação.

Provavelmente, os seus concorrentes já renovaram seus próprios sites, passando a aproveitar os benefícios disso muito antes de você. Está na hora de nivelar esse terreno, concorda?

Se um potencial cliente tem uma boa experiência no site de um concorrente, dificilmente ele dará uma chance ao seu. É preciso procurar sempre oferecer uma experiência mais avançada ao público se quiser tirá-lo das mãos de outros players do seu mercado.

Você não pode se dar ao luxo de deixar os seus concorrentes ultrapassarem a sua empresa.

Acompanhe as ações deles em um monitoramento eficaz, considerando as decisões tomadas e quais resultados consegue conquistar com elas.

11. Melhor experiência de usuário
Quem tem dificuldades para acessar o seu site na internet, seja porque ele está repleto de erros, seja porque ele simplesmente não oferece as funções desejadas, dificilmente comprará de você.

Cada vez mais se fala na Experiência do Usuário (ou UX, User Experience), porque a web se tornou tão vasta e variada que as pessoas já têm expectativas prontas a respeito da qualidade do conteúdo que desejam ver.

Afinal, com tantos sites melhores à disposição, os visitantes não perdem muito tempo em sites de qualidade baixa.

A melhor forma de ter certeza de que está no caminho certo é fazendo testes e implementando mudanças focadas em facilitar o acesso do público. Focar na experiência do usuário é, acima de tudo, ouvir a sua audiência e adaptar a sua estrutura a atendê-la bem.

Você provavelmente busca fazer isso em diversos outros aspectos do seu negócio, portanto, é essencial estender essa preocupação à sua presença na internet. Criar um site para empresa que seja renovado é uma ótima forma de implementar esse plano com o pé direito.

12. Criação de um novo domínio
Nos primórdios da internet era muito comum a criação de domínios com nomes longos e complicados de se escrever e que, nem sempre, traziam alguma palavra relacionada ao conteúdo do site.

Com o tempo foi se percebendo que os domínios com nomes mais curtos e simples eram mais facilmente memorizados, e ainda, que o uso de palavras-chave no nome de domínio melhoram o posicionamento.

Por isso, se o seu endereço na web ainda é desses que não levam nada disso em conta, a criação de um novo site é uma ótima oportunidade de mudá-lo sem, no entanto, perder o tráfego do seu endereço atual. Para isso basta que a sua equipe de desenvolvimento faça um redirecionamento.

13. Crescimento corporativo
Se a sua empresa não renova o site há muito tempo, é bem provável que ela já tenha crescido nesse meio tempo, e com o crescimento corporativo, muitas coisas devem ter mudado, como novos produtos e serviços, ou até mesmo, uma nova identidade visual.

É muito importante que o site da sua empresa acompanhe essas mudanças, e demonstre para os seus clientes, o crescimento da organização. Esse é um dos meio de tornar público o sucesso da empresa e a credibilidade e eficiência da sua gestão corporativa.

14. Maior independência das redes sociais
Cada rede social tem as suas regras, políticas de privacidade e limitações advindas delas e o seu conteúdo publicado nelas, fica sujeito a tudo isso, e até mesmo, a denúncias geradas por má interpretação de pessoas que nem sempre são o seu público.

Por isso, você acaba dependente dessas limitações, as vezes até de formato, para manter o seu conteúdo online. Ao criar um site novo, você fica livre dessas regras e independente de formatos padronizados.

Desse modo, você consegue publicar conteúdo diferenciado da sua concorrência que pode ainda estar presa aos padrões das redes sociais e postando mais do mesmo.

15. Renovação do propósito da existência do site
Há grandes chances de que a sua empresa esteja bem diferente desde o momento da criação, certo?

Ela evoluiu com o passar dos anos, mas o mesmo não pode ser dito a respeito da sua presença online. Essa contradição pode ser muito prejudicial para o seu sucesso e impedir que você alcance os seus objetivos a médio e longo prazo. O seu site deve sempre refletir o que a sua marca é.

Se ele está defasado, ficará difícil para o seu negócio inovar. Um dos principais benefícios de criar um site para empresa é que isso garante que ele esteja alinhado ao seu propósito atual. Isso será decisivo para alavancar os seus resultados.

Quem transmite mensagens contraditórias não passa credibilidade e tem mais dificuldades para atuar. Você acabará tendo muito mais trabalho para conduzir as suas ações nesse cenário, desperdiçando tempo e recursos preciosos.

16. Adequação às leis de proteção aos dados
Já não é mais novidade para ninguém a existência da General Data Protection Regulation (GDPR) ou regulamento geral de proteção de dados, tanto no Brasil como em outros países, em especial, na Europa, pioneira na adoção da lei em maio de 2018.

No Brasil ela foi aprovada em agosto do mesmo ano e tem um prazo de no máximo um ano e meio para entrar em vigor, portanto, os sites brasileiros precisam se adequar as exigências que preveem a proteção dos dados e da privacidade do usuário.

Empresas brasileiras que coletam dados de cidadãos da união europeia por meio de seus sites, já tem que estar com eles atualizados para a lei do continente, sob o risco de sofrer sérias punições.

Uma das exigências, tanto no Brasil quanto na Europa, é que o visitante do site seja avisado sobre a coleta de seus dados, e ainda, seja informado sobre a finalidade do uso deles, para que decida se autoriza ou não a utilização. Certamente, o seu antigo site ainda não conta com esse tipo de recurso, certo?

Com todos esses argumentos, fica fácil perceber o quanto pode ser vantajoso criar um site novo para a sua empresa, não somente do ponto de vista estético e técnico, mas também, para se adequar às novas exigências legais a que estão sujeitas as marcas presentes na web.

Além de ser uma ação que oferece uma série de novas tecnologias para o funcionamento do seu novo site, também ajudará você a contar com resultados cada vez melhores de atração de novos clientes.

Não deixe para correr atrás do prejuízo. Tome a decisão certa para o seu futuro ao aproveitar a ajuda que uma boa presença digital pode proporcionar a você.

Como criar um site novo aproveitando todo o progresso tecnológico?
A preocupação de estar sempre por dentro das últimas novidades vantajosas é algo que deve ir além de criar um site para empresa e atingir outras partes do seu negócio.

Nunca deixe de acompanhar as transformações do mercado e as mudanças que surgem nele, já que elas podem ser decisivas para alavancar os seus resultados.

Fonte: flammo

Vocabulário WEB: Dicionário da Internet: entenda o significado das palavras, termos e expressões técnicas

A internet é repleta de palavras, termos e expressões técnicas, vindos, muitas vezes, de outras línguas e poucas pessoas sabem seu real significado. Site, domínio, URL, IP, DNS, servidor… são tantos nomes e siglas na informática e internet que algumas vezes ficamos perdidos.

Algumas dessas expressões estão ligadas a questões técnicas e muitas pessoas deixam de fazer algo que possa ser importante ou optam por algum procedimento errado em virtude da falta de conhecimento.

Pensando nisso, preparamos um dicionário básico de internet com o significado de termos utilizados na Internet, no mundo dos computadores, tablets e smartphones. Confira:

A
Acesso: entrada num website ou na própria Internet através de uma conexão.

Aplicativo: programa de computador concebido para processar dados eletronicamente, facilitando e reduzindo o tempo de execução de uma tarefa pelo usuário.

 

B
Backbone: é a espinha dorsal da rede, o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, pela qual os dados de todos os clientes da Internet passam.

Banda: capacidade de transmissão de dados na internet.

Banner: peça publicitária muito utilizada na internet para atrair um usuário a um site através de imagens e animações que correspondem a um link.

Bit: um dígito binário que representa a menor parcela de informação processada por um computador.

 

C
Cache: é um armazenamento temporário de páginas da web, imagens e outros documentos e ficheiros com a finalidade de reduzir o uso de banda disponível e aumentar a velocidade do acesso.

Chat: forma de comunicação a distância, utilizando computadores ligados à internet, na qual o que se digita no teclado de um deles aparece em tempo real para todos os participantes do bate-papo.

Computador: é uma máquina que processa informações eletronicamente, na forma de dados, e pode ser programado para as mais diversas tarefas.

Cookies: são pequenos arquivos de texto que armazenam o que o internauta visitou na rede. Ficam gravados temporariamente no computador do usuário e podem ser recuperados, durante a navegação, pelo site que os enviou.

 

D
Domínio: é um nome de fácil memorização que serve para localizar e identificar computadores na Internet.

DNS (Domain Name System, ou Sistema de Nomes de Domínios): computador que funciona como um sistema de tradução, relaciona o domínio nominal de um site (exemplo www.vectornet.com.br) em número de IP .

Download: corresponde à ação de transferir dados de um computador remoto para um computador local.

E
E-mail ou Correio Eletrônico: é um serviço disponível na Internet que possibilita o envio e o recebimento de mensagens, textos, figuras e outros arquivos.

Extranet: é uma extensão da intranet. Permite o acesso externo controlado de dados da intranet para negócios específicos ou propósitos educacionais, utilizando a internet.

 

F
FTP: é o protocolo responsável pela transferência de arquivos pela internet. É através dele que o desenvolvedor enviará os arquivos do site para o servidor.

 

G
Gateway: é a porta de entrada de cada rede individual ligada à Internet.

Gif: formato de imagem de mapa de bits muito popular na internet. Utilizado tanto para imagens fixas quanto para animações.

 

H
Hiperlink – ligação entre páginas de internet.

HTML: linguagem básica da internet. Especificamente, é uma linguagem de marcação utilizada para produção de páginas na web e que permite a criação de documentos que podem ser lidos/interpretados por navegadores.

HTTP (HyperText Transfer Protocol): É um protocolo de comunicação (norma reguladora de comunicação) entre sistemas de informação, que permite a transferência de dados entre redes de computadores.

HTTPS (Hyper Text Transfer Protocol Secure): é a execução do protocolo HTTP sobre uma camada adicional de segurança que guarda a transmissão de dados entre o computador e o servidor.

 

I
Impressão: toda vez que uma artigo de publicidade ou anúncio é visualizado em um navegador.

Internet: rede de computadores dispersos por todo o planeta que trocam dados e mensagens utilizando um protocolo comum, unindo usuários particulares, entidades de pesquisa, órgãos culturais, institutos militares, bibliotecas e empresas de toda envergadura.

Intranet: rede local de computadores, circunscrita aos limites internos de uma instituição, na qual são utilizados os mesmos programas e protocolos de comunicação empregados na Internet.

IP (Internet Protocol): um número de 32 bits que identifica um dispositivo específico (computador, smartphone, impressora) em uma rede local ou pública.

 

J
Java: é uma linguagem de programação e plataforma computacional orientada a objetos e que, diferentemente das linguagens convencionais, que são compiladas para código nativo, a linguagem Java é compilada para um bytecode e executado por uma máquina virtual, o que permite que os progrmas criados nessa linguagem possam ser executados em qualquer das plataformas suportadas pela tecnologia.

 

K
Kbps (Kilobits Per Second): medida de velocidade de transmissão de dados. 1 Kbps = 1.000 bps (bits por segundo).

Kilobyte: é um múltiplo do bit, equivalente a 1.024 bytes ou 8.000 bit.

Keyword: palavra-chave em inglês.

 

L
LAN: nome dado a uma rede de carácter local, usualmente de domínio privado, e que abrange área geográfica reduzida.

Link: é o “endereço” de um documento (ou um recurso) na web; um elemento de hipermídia formado por um trecho de texto em destaque ou por um elemento gráfico que, ao ser acionado provoca a exibição de novo hiperdocumento.

 

M
Micro-computador: é um computador de pequeno porte. É também chamado PC, sigla para Personal Computer (computador pessoal)

Modem: dispositivo de entrada e saída, modulador e desmodulador, utilizado para transmissão de dados entre computadores através da linha telefônica.

 

N
Navegador: programa que permite a usuário da internet consultar páginas e navegar, passando de um ponto a outro na rede, usando links.

Nuvem: se refere a locais na Internet em que é possível salvar todo tipo de informação, incluindo fotos, músicas, documentos e vídeos, tudo o que funcione como um arquivo, e recuperar facilmente esse material mais tarde usando um computador, telefone, TV ou outro dispositivo com conexão à Internet.

 

O
Online e offline: termos que indicam, respectivamente, estar conectado ou desconectado da Internet.

 

P
Palavra-chave: palavra ou termo que descreve o tema principal de um texto, site ou anúncio, utilizada pelos mecanismos de busca para fornecer resultados de pesquisa que sejam relevantes e precisas.

Plataforma: padrão de um processo operacional ou de um computador; a tecnologia fundamental em que se assenta um sistema de computador.

Portal: é um site na internet projetado para aglomerar e distribuir conteúdos de várias fontes diferentes de maneira uniforme, sendo um ponto de acesso para uma série de outros sites ou subpáginas internamente ou externamente ao domínio da empresa gestora do portal.

Programa: é uma sequência de instruções específicas que descrevem uma tarefa a ser realizada por um computador.

Provedor: empresa que fornece acesso à Internet.

 

Q
QR-CODE (Quick Response Code): é um código de barras bidimensional que pode ser escaneado pela maioria dos dispositivos móveis e convertido em texto (interativo), um endereço, um número de telefone, uma localização, um e-mail, um contato ou um SMS.

 

R
Rede:conjunto dos computadores e periféricos conectados uns aos outros.

Roteador: é um equipamento usado para conectar diferentes redes de computadores entre si. Nas conexões à internet, há quase sempre um roteador que conecta a rede local à rede da internet.

 

S
SEO (Search Engine Optmization): é um conjunto de estratégias cofiguradas com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site, blog etc nas páginas de resultados naturais (orgânicos) dos sites de busca.

Site: do latim situs (local), é um espaço na web que abriga um conjunto de páginas.

Software: é, basicamente, um sistema operacional e todos os seus programas associados. Um conjunto de componentes lógicos ou sistema de processamento de dados que controla o funcionamento de um computador.

 

T
TCP/IP: é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede. Adota um modelo em camadas, onde cada camada é responsável por um grupo de tarefas, fornecendo um conjunto de serviços definidos para o protocolo da camada superior.

 

U
Upload: envio de arquivos para um servidor ou computador remoto.

URL (Uniform Resource Locator): é um endereço de rede em que se encontra algum recurso informático como um arquivo, imagem, pasta, página etc.

 

V
Vírus: é um software malicioso que, tal como um vírus biológico, infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios.

VRML (Virtual Reality Modeling Language): padrão de programação que permite modelagem e navegação em terceira dimensão na Web.

 

W
WAN (Wide Area Network): rede que cobre uma área física maior que a da LAN, como o campus de uma universidade, uma cidade, um estado ou mesmo um país. É termo usado nas configurações dos roteadores para se referir à rede externa à empresa, que não é considerada parte da LAN

Wi-Fi: expressão hoje se tornou um sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11, que permite a conexão entre diversos dispositivos sem fio.

www (World Wide Web): é o ambiente multimídia da Internet; a reunião de texto, imagem, som, vídeo e movimento.

 

Y
Yobibyte: é uma unidade do Sistema Internacional para designar 280 bytes de informação ou de armazenamento computacional. A sua abreviatura é YiB

 

X
XML (eXtensible Markup Language): linguagem de marcação recomendada para a criação de documentos com dados organizados hierarquicamente, isto é, para padronizar uma sequência de dados com o objetivo de organizar, separar o conteúdo e integrá-lo com outras linguagens.

 

Z
Zip: formato de arquivo usado para compactação de dados armazenados no computador. O objetivo da compactação é reduzir o tamanho de um arquivo ou agrupar vários arquivos em um só.

Fonte: vectornet

Como vender Serviços no Instagram

O que é Instagram Ads? O Instagram Ads é a plataforma de anúncios do Instagram. Por meio dessa funcionalidade qualquer empresa é capaz de realizar anúncios dentro do aplicativo, seja no feed ou nos stories, alcançando seu público alvo de maneira estratégica.

Os anúncios do Instagram Ads aparecem no feed de notícias ou nos Stories da rede social e são criados a partir da plataforma do Facebook Ads, que permite ao anunciante segmentar o perfil do público que será impactado pelo anúncio. Com isso você poderá definir características como:

  1. Insira o seu site na biografia do perfil. …
  2. Utilize CTA nas imagens. …(Chamada de Ação )
  3. Aposte nos vídeos. …
  4. Instagram Ads*1. …
  5. Faça parcerias com influenciadores. …
  6. Use hashtags. …
  7. Faça textos mais curtos e aposte na imagem.

*1  Instagram Ads é uma forma de veicular anúncios tanto no feed quanto nos Stories da rede social. Esses anúncios são veiculados nos formatos de fotos, vídeos e carrossel com sequências de fotos ou vídeos. A ferramenta pode ser usada para gerar cliques, conversões, instalações de aplicativos e visualizações de vídeos.

Como anunciar no Instagram Ads?
  1. Acesse a criação de anúncios no Facebook. …(suas contas devem estar vinculadas)
  2. Defina o objetivo da sua campanha. …
  3. Escolha o nome da campanha. …
  4. Crie seu público. …
  5. Planeje seu orçamento. …
  6. Otimize a veiculação do anúncio. …
  7. Construa seu grupo de anúncios. …
  8. Selecione o formato do seu anúncio.
  9. Escolha a faixa etária;
  10. Escolha o gênero;
  11. Escolha Localidade;
  12. Escolha os Interesses;
  13. Escolha comportamentos.

Empresas que comercializam produtos ou serviço podem investir no Instagram Ads para alcançar mais visibilidade para a marca, seguidores para seu perfil, clientes e leads. Enquanto os anúncios de vídeos possuem maiores taxas de engajamento, os anúncios de carrossel e imagem estática oferecem custos mais baixos.

Para que serve?   Reconhecimento de marca; tráfego para sua pagina; geração de leads, vendas e mais.

Dicas para usar o Instagram Ads

1. Tenha um perfil profissional
Para realizar anúncios no Instagram você precisa transformar o perfil da sua empresa no Instagram em um perfil profissional.

O primeiro passo para criar uma campanha no Instagram Ads é transformar o perfil da sua empresa em um definir o seu objetivo. A própria plataforma de anúncios irá guiar você nesse processo.

Para isso, acesse o aplicativo, vá em configurações e selecione a opção “Alternar para perfil comercial”.

Tenha personas bem definidas
Conhecer as personas do seu negócio é fundamental em qualquer campanha de marketing. Ao aprender o que é Instagram Ads você vai descobrir que esse fator também é valioso para alcançar as pessoas certas, com seus anúncios. Saber quem é o seu público alvo (ou públicos alvo) é importante inclusive na construção técnica de um anúncio no Instagram Ads.

Uma das etapas centrais da criação de um anúncio no Instagram é a definição do público. Para aprender a criar suas personas, acesse o artigo; “Como criar personas para o seu negócio”.  Defina seu objetivo com a campanha de Instagram

O que você espera alcançar com sua campanha no Instagram Ads?

Não caia na armadilha de fazer alguma coisa apenas porque está todo mundo fazendo.

Se você ainda tem dúvidas sobre o uso efetivo do Instagram e o impacto que ele pode causar em suas ações de marketing e vendas é importante que você saiba que 90% dos usuários seguem pelo menos uma empresa na rede e que pelo menos 30% dos usuários do Instagram já compraram um produto que descobriram na plataforma.

  • Entretanto, é preciso saber o que você espera alcançar com a campanha que está iniciando.
  • Assim como o público, o objetivo da campanha também é parte da construção do seu anúncio.
  • Defina previamente, junto à sua equipe, o que você espera conquistar:

Alcance Visualização, mais seguidores; conversão em vendas, Leads .
O objetivo da sua campanha impacta não apenas na construção do anúncio na plataforma, mas também: na mensagem que será transmitida; no CTA indicado ao usuário; na imagem que será escolhida, em tudo. Use vídeos ou imagens de alta qualidade
Para entender o que é Instagram Ads você precisa conhecer mais sobre essa rede social. Uma característica marcante desse canal é a sua ligação com a imagem, muito mais do que com o texto. O Instagram é uma rede social de imagem e isso também deve ser uma preocupação ao criar um anúncio para a plataforma. Seja em vídeo, imagem estática, em carrossel, no feed ou nos stories, priorize a qualidade das imagens, seja diferente e transmita a sua proposta de valor.

Fonte: https://blog.lahar.com.br/

Como vender no Pinterest

O que é Pinterest?
O Pinterest é uma rede social criada em 2010 que tem como enfoque principal o compartilhamento de imagens. Diferentemente do Instagram, a organização do conteúdo permite que usuários desenvolvam uma espécie de quadro de inspirações. (Em nosso caso, imagens relacionadas a internet, hardware, software, programação, website)

  1. abra o site do Pinterest e crie uma conta gratuita;
  2. selecione os principais tópicos que têm mais afinidade com seu negócio online;
  3. transforme sua conta em uma conta comercial e vincule sua loja ao perfil;
  4. comece a publicar suas próprias imagens!

Por que você deve usar essa rede?
Quem trabalha com serviço digital não pode parar nem um momento de gerar novas fontes de tráfego e conversão. Afinal, o mercado é competitivo e exige uma atualização constante. Felizmente, é possível contar com as novas ferramentas digitais para alavancar os negócios.

Quais são as melhores práticas para converter no Pinterest?
Selecionamos as principais práticas para usar o Pinterest para vender. Elas garantirão que sua marca perforce bem nessa rede social e consiga interagir com usuários de forma eficaz com foco na conversão.

Utilizar fotos de qualidade
No Pinterest, tudo gira em torno das imagens. Entrando nessa rede social você perceberá que existem padrões que podem inspirá-lo a se adequar perfeitamente, e um deles é o de fotos de qualidade. A rede social também transmite uma atmosfera “clean”, com imagens claras e mais delicadas. Isso acontece porque a maior parte de seu público é feminino, o que limita um quadro de ideias.

Por isso, deixe de lado imagens de baixas resoluções tiradas da internet e invista em fotografias originais de seus produtos e serviços em belos ambientes. Afinal, você quer que suas fotos estejam no mural dos clientes, certo? (em ferramenta no google você pode escolher imagens gratuitas de tamanho grande, no entanto precisa recorta-las e adaptar ou tamanho exigido. .PNG ou .JPEG 20MB e Taxa de proporção Recomendamos uma proporção de 2:3 ou 1.000 x 1.500 pixels. Os Pins com taxa de proporção maior que 2:3 podem aparecer cortados nos feeds dos usuários.

Caprichar na descrição
Assim como em todos sites na web, o Pinterest também é um local onde você deve usar estratégias de SEO para ranquear melhor. Por isso, nada de postar fotos sem descrições e palavras-chave, ok?

Capriche nas informações de seus produtos, mas sem ser excessivamente formal. Essa é uma oportunidade de mostrar o que sua loja tem de melhor e, ao mesmo tempo, desenvolver um relacionamento sadio com os seguidores.

Mostrar formas de uso
Os espaços disponíveis no Pinterest são ideais para criar sequências de fotos que mostram como usar os produtos ou mesmo dar dicas relacionadas à área de atuação do seu e-commerce.

Por exemplo, se seu segmento é de moda, que tal mostrar dicas de como usar uma peça de forma versátil em vários looks? Caso você venda acessórios tecnológicos, pode fazer sequências de informações do porque ter um website. Além de credibilidade, um site é a principal forma para se estabelecer um bom relacionamento com o consumidor, pois lá é que está contido todo o DNA do seu negócio: serviços, produtos, missão, visão, valores, endereço, todas as informações que possam facilitar e reduzir o caminho entre a troca de valores,

Acertar os formatos de imagens
Cada rede social tem padrões próprios de imagens a serem compartilhadas. No Pinterest, a melhor forma de postar é com fotos na vertical, com 736 x 1103 pixels. Esse formato é ideal para usuários que abrem as imagens pelo celular, preenchendo toda a tela com a foto.

Se adequar a esse novo formato também é uma boa prática que vai ajudar (e muito!) sua loja a performar melhor e atrair mais seguidores.

Fazer pastas de sugestões
Como já falamos, o Pinterest é um espaço de organizar ideias. Então, não deixe de aproveitar sua conta para criar pastas organizadas por segmento. Crie diferentes categorias, explorando os usos do seu produto e seu público-alvo.

Você pode, inclusive, criar pastas com recompartilhamento de imagens inspiradoras. Por exemplo, se seu negócio é de decoração, crie uma para organizar as melhores dicas dessa área.

Usar links (aponte para suas outras mídias)
Para usar o Pinterest para vender, aproveite todos os espaços disponíveis de linkagem. As imagens que você posta devem sempre direcionar para sua loja virtual ou para um artigo em seu blog que dê mais informações sobre algum tema.

O uso de links é uma forma de criar uma jornada de consumo, onde é possível guiar o lead para mais níveis de informações até que ele se torne um cliente.

Interagir na rede
Sabemos que seu intuito em usar o Pinterest para vender é gerar mais leads e converter. Porém, não é ideal que você apenas exponha seus produtos na rede social sem nenhuma interação com os seguidores ou com outras contas.

É preciso participar ativamente da rede e mostrar que sua marca tem interesse não apenas em vender, mas também em criar relacionamentos com as pessoas. Por isso, não transforme sua conta exclusivamente em uma segunda vitrine do seu e-commerce.

Dê dicas, compartilhe conteúdos de outras marcas que possam agregar valor ao seu segmento sem serem concorrentes, responda usuários e comente em outras páginas. Enfim, se integre à comunidade do Pinterest!

Como começar a usar o Pinterest?
Já quer começar a usar o Pinterest para vender? Veja o passo a passo para colocar sua loja nessa rede social:

abra o site do Pinterest e crie uma conta gratuita; selecione os principais tópicos que têm mais afinidade com seu negócio online; transforme sua conta em uma conta comercial e vincule sua loja ao perfil; comece a publicar suas próprias imagens!

Fonte mixa: Escola de ecommerce./  e OnlineSites / upwebsites

Como Vender Serviços no facebook!

Crie uma pagina profissional através do seu facebook e faça a inserção dos dados de nossa pagina, convidando todos os seus amigos para conhecer sua nova jornada. Publique as imagens semanalmente que estarão disponíveis todas as semanas em seu painel de controle, impulsione caso tenha verba para isso localmente perto de sua região. Isso traz  segurança para o consumidor, apesar do produto ser virtual é sempre interessante ter algo palpável, mostrando que esta perto e ao alcance. Passos: 

  1. Acesse o Facebook com sua conta pessoal. …
  2. Clique em “Criar” …
  3. Escolha uma categoria. … (confecção de websites, ou websites)
  4. Defina um nome para a sua página e categoria. … (upwebsites-seu nome)
  5. Adicione as fotos e descrição*1 (link). … (imagens estão nos links do seu painel)
  6. Selecione uma URL personalizada. …(@upwebsitesseunome)
  7. Configure os botões de call-to-action. …(Enviar mensagens ou Ligue agora)
  8. Adicione os primeiros posts. (insira posts, notícias relacionadas a internet)

 

O Facebook recentemente adicionou suporte para serviços  à sua plataforma Marketplace. Com esta atualização, os profissionais de serviços  podem comercializar suas ofertas de serviços para outros usuários do Facebook em sua área local. A plataforma do Facebook é fácil de usar. Tudo o que você precisa fazer é clicar no ícone do marketplace no canto superior esquerdo. Depois de identificar o produto que deseja, você deve clicar em “mensagem vendedor” para enviar uma mensagem privada.

  1. Aprenda mais sobre seu público-alvo. … (empresas de pequeno e médio porte, industrias pequeno e médio porte, profissionais liberais, consultórios Médicos, clínicas, advogados, consultores etc…)
  2.  Invista em comunicação humanizada. …(fale com as pessoas, entre em contato, peça permissão para enviar e-mail apresentando a empresa, busque ser presente. Não automatize as vinculações, coloque frases fortes e emocionais)
  3.  Implemente sua conexões com empresas….
  4.  Promova os seus produtos. …(Um pouco por dia, não exagere para não ser excluído )
  5.  Invista tempo no acompanhamento de métricas. (veja o resultado e troque a estratégia frequentemente) 
  1. Estabeleça uma rotina de postagens poste sempre na mesma data..
  2. Impulsione publicações.(o valor não tem que ser muito, mas o publico deve ser bem escolhido, o interesse cercado, médicos, advogados, engenheiros, empresários, indústria, Clinicas, fabricas.)
  3. Explore as opções de anúncios no Facebook.
  4. Crie conteúdo em vídeo. (se possível e gostar de fazer pode falar sobre tecnologia ou apresentar algo novo)
  5. Qualifique o relacionamento com o público. (faça amigos virtuais, convide pessoas novas da sua região para fazer parte da sua pagina, interaja, com uma certa frequência )  
Pinterest para vender: como a rede social ajuda no aumento das vendas?

Quem gerencia um e-commerce precisa buscar a todo momento algumas estratégias para melhorar os resultados, e as redes sociais são excelentes ferramentas para gerar leads. Por isso, neste texto, mostraremos como você pode usar o Pinterest para vender.

Ainda não conhece essa rede social? Pois saiba que ela é uma tendência que vem ganhando cada vez mais adeptos e pode ser a plataforma ideal para aparecer para mais gente no seu segmento de loja virtual. Descubra, então, o que é Pinterest e saiba como usá-lo de forma eficaz. Para isso, é só continuar a leitura.

O que é Pinterest?
O Pinterest é uma rede social criada em 2010 que tem como enfoque principal o compartilhamento de imagens. Diferentemente do Instagram, a organização do conteúdo permite que usuários desenvolvam uma espécie de quadro de inspirações.

Assim, se seu interesse são viagens, você pode compartilhar suas próprias imagens sobre o tema e, até mesmo, fotos de outras pessoas para compor seu board (quadro).

Por que você deve usar essa rede?
Quem trabalha com um e-commerce não pode parar nem um momento de gerar novas fontes de tráfego e conversão. Afinal, o mercado é competitivo e exige uma atualização constante. Felizmente, é possível contar com as novas ferramentas digitais para alavancar os negócios.

Você provavelmente já usa o Facebook e Instagram para mostrar produtos, mas que tal explorar uma nova plataforma? Usar o Pinterest para vender é uma forma estratégica de alcançar um novo mercado e expandir as possibilidades de conversão.

Quais são as melhores práticas para converter no Pinterest?
Selecionamos as principais práticas para usar o Pinterest para vender. Elas garantirão que sua marca performe bem nessa rede social e consiga interagir com usuários de forma eficaz com foco na conversão.

Utilizar fotos de qualidade
No Pinterest, tudo gira em torno das imagens. Entrando nessa rede social você perceberá que existem padrões que podem inspirá-lo a se adequar perfeitamente, e um deles é o de fotos de qualidade. A rede social também transmite uma atmosfera “clean”, com imagens claras e mais delicadas. Isso acontece porque a maior parte de seu público é feminino, o que limita um quadro de ideias.

Por isso, deixe de lado imagens de baixas resoluções tiradas da internet e invista em fotografias originais de seus produtos em belos ambientes. Afinal, você quer que suas fotos estejam no mural dos clientes, certo?

Caprichar na descrição
Assim como em todos sites na web, o Pinterest também é um local onde você deve usar estratégias de SEO para ranquear melhor. Por isso, nada de postar fotos sem descrições e palavras-chave, ok?

Capriche nas informações de seus produtos, mas sem ser excessivamente formal. Essa é uma oportunidade de mostrar o que sua loja tem de melhor e, ao mesmo tempo, desenvolver um relacionamento sadio com os seguidores.

Acertar os formatos de imagens
Cada rede social tem padrões próprios de imagens a serem compartilhadas. No Pinterest, a melhor forma de postar é com fotos na vertical, com 736 x 1103 pixels. Esse formato é ideal para usuários que abrem as imagens pelo celular, preenchendo toda a tela com a foto.

Se adequar a esse novo formato também é uma boa prática que vai ajudar (e muito!) sua loja a performar melhor e atrair mais seguidores.

Fazer pastas de sugestões
Como já falamos, o Pinterest é um espaço de organizar ideias. Então, não deixe de aproveitar sua conta para criar pastas organizadas por segmento. Crie diferentes categorias, explorando os usos do seu produto e seu público-alvo.

Você pode, inclusive, criar pastas com recompartilhamento de imagens inspiradoras. Por exemplo, se seu negócio é de decoração, crie uma para organizar as melhores dicas dessa área.

Usar links
Para usar o Pinterest para vender, aproveite todos os espaços disponíveis de linkagem. As imagens que você posta devem sempre direcionar para sua pagina pessoal ou para um artigo em seu blog que dê mais informações sobre algum tema.

O uso de links é uma forma de criar uma jornada de consumo, onde é possível guiar o lead para mais níveis de informações até que ele se torne um cliente.

Interagir na rede
Sabemos que seu intuito em usar o Pinterest para vender é gerar mais leads e converter. Porém, não é ideal que você apenas exponha seus produtos na rede social sem nenhuma interação com os seguidores ou com outras contas.

É preciso participar ativamente da rede e mostrar que sua marca tem interesse não apenas em vender, mas também em criar relacionamentos com as pessoas. Por isso, não transforme sua conta exclusivamente em uma segunda vitrine do seu e-commerce.

Dê dicas, compartilhe conteúdos de outras marcas que possam agregar valor ao seu segmento sem serem concorrentes, responda usuários e comente em outras páginas. Enfim, se integre à comunidade do Pinterest!

Como começar a usar o Pinterest?
Já quer começar a usar o Pinterest para vender? Veja o passo a passo para colocar sua loja nessa rede social:

abra o site do Pinterest e crie uma conta gratuita;
selecione os principais tópicos que têm mais afinidade com seu negócio online;
transforme sua conta em uma conta comercial e vincule sua loja ao perfil;
comece a publicar suas próprias imagens!

Fonte: Escola de ecommerce

 

Passo a passo de como usar o Twitter para alavancar seu negócio..

No princípio, as redes sociais não eram utilizadas para fins profissionais, apenas para diversão.

Mas com o passar dos anos, as empresas descobriram novas oportunidades no mundo digital e viram como essas redes seriam importantes para fins de divulgação e, até mesmo, fazer vendas.

Segundo a pesquisa Digital in 2017, o Brasil foi um dos países com maior aumento no número de usuários nas redes sociais. Apenas em 2017, foram mais de 19 milhões de usuários. Além disso, estamos em 2º lugar no ranking de tempo gasto nas redes sociais que é, em média, 3h43m por dia.

Esses dados mostram que empresas que não estão na internet e não interagem com seu público, hoje em dia, podem estar até mesmo fadadas ao fracasso. Por isso, é importante entender as particularidades de cada rede social para utilizar esses canais de forma estratégica, e uma delas é o Twitter.

Criar uma conta no Twitter é uma ótima ideia para quem deseja ter mais visibilidade para sua marca. Inúmeras celebridades e políticos já utilizam essa ferramenta para interagir com o público e ganhar notoriedade na mídia. Mas você sabe como usar o Twitter para a alavancar seu negócio?

Se sua resposta foi não, não se preocupe, pois neste post mostramos como usar o Twitter e damos dicas para você potencializar o alcance da ferramenta.

Passo a passo de como usar o Twitter:

O que é o Twitter?
Lançado em 2006, o Twitter é uma rede social, microblog e canal de notícia. Ele é caracterizado por sua instantaneidade. Ou seja, aquilo que é tendência no momento estará no Twitter na mesma hora.

Por meio do Twitter, pode-se fazer publicações curtas, chamadas de Tweets, com, no máximo 280 caracteres. É possível também divulgar vídeos, fotos e links para páginas externas.

Dentre as diversas funcionalidades da plataforma, podemos citar a aba explorar, com notícias do momento e com os trending topics, a função de Retweet, que permite que os conteúdos se espalhem rapidamente e a função de criar Threads, para dar continuidade ao assunto de um Tweet.

São essas e outras características que tornam o Twitter único. Hoje, já são mais de 140 milhões de usuários ativos, sendo eles pessoas comuns, marcas, celebridades e líderes mundiais.

Qual é a importância do Twitter hoje em dia?
Assim como em outras redes sociais, todo o conteúdo que você disponibiliza no Twitter está sujeito à interação de seus seguidores.

Alguns usuários não Tweetam com frequência, mas estão sempre acompanhando as postagens de seus perfis favoritos.

Por exemplo: um simples Tweet falando sobre um post novo em seu blog pode ser crucial para atrair novos consumidores e gerar leads. Dessa forma, é essencial que você tenha muito cuidado ao produzir e publicar conteúdo no Twitter.

Cuidados ao publicar
Se seu perfil é profissional, postar conteúdo pessoal é uma péssima ideia. A conta de seu negócio deve ser utilizada apenas para divulgar links, fotos e vídeos que possam gerar valor para seus seguidores.

Por mais que você tenha uma opinião formada sobre temas sensíveis, como política, por exemplo, não divulgue em sua conta se esse conteúdo não for interessante para quem te acompanha.

A falta de uma vírgula ou a pontuação errada pode iniciar uma grande discussão e atrapalhar a imagem de seu negócio no mundo digital também.

Além disso, tome muito cuidado para não publicar demais, em um curto intervalo de tempo. A maioria dos usuários não gosta de ser bombardeada por publicações de uma mesma empresa, principalmente com a mesma abordagem. Lembre-se sempre: quantidade não significa qualidade.

E, por último, mas não menos importante: evite falar de sua marca o tempo todo. Divida seu conteúdo em 80/20, sendo 80% de conteúdo e postagens interessantes para sua persona, e apenas 20% para conteúdo sobre sua empresa, como cases de sucesso e lançamentos de produto.

Essa dica é uma boa prática do marketing de conteúdo. Quanto mais você se dedicar a publicar conteúdos relevantes para seus seguidores, construíndo sua autoridade e os educando, menos precisará falar sobre seu produto ou serviço, pois as pessoas irão até você por se interessarem no que seu negócio tem a oferecer.

Como usar o Twitter estrategicamente?
Agora que você já sabe um pouco mais sobre o Twitter, chegou o momento de aprender como criar uma conta, começar a utilizar e obter resultados.

Separamos, a seguir, algumas dicas que vão te ajudar a melhorar seu desempenho.

1. Entre no site ou baixe o aplicativo
Primeiramente, você deve criar uma conta no Twitter. Para isso, baixe o aplicativo ou entre no site www.twitter.com e clique em Inscreva-se, no alto da tela.

O cadastro não leva mais do que cinco minutos, e você só precisará preencher seu nome completo, e-mail e senha (você também pode utilizar seu número de telefone para se cadastrar).

Como você pretende usar o Twitter com frequência, utilize um e-mail que você acessa diariamente, para acompanhar suas notificações, e uma senha segura para não correr o risco de sua conta ser hackeada.

A senha deve ter, no mínimo, 6 caracteres entre números e letras.

É interessante que você utilize o mesmo e-mail de suas outras redes sociais e, de preferência, uma conta de e-mail corporativa.

Se você tem um domínio próprio, como já recomendamos aqui no blog, poderá criar um endereço personalizado com o nome de sua empresa. Isso é importante não só para passar mais credibilidade, como para separar sua vida pessoal da profissional.

O próximo passo é escolher um nome de usuário. Verifique a disponibilidade do nome de sua empresa, já que trata-se de um perfil corporativo.

Caso alguém já tenha um perfil com o mesmo nome que você escolher, você pode abreviá-lo ou criar variações utilizando símbolos como (.) e (_). Apenas tome cuidado para não criar uma URL pouco intuitiva, pois isso dificulta a vida de quem quer encontrar seu perfil.

De qualquer forma, você poderá alterar o nome do perfil depois, caso seja necessário.

2. Coloque foto, descrição e um link
Agora, é essencial que você deixe o perfil com a cara de seu negócio.

Coloque uma foto com a logo de sua empresa e uma imagem de capa, crie uma descrição curta que sintetize seu negócio ou o objetivo de sua conta e insira um link para seu site ou página.

Além disso, é possível também colocar informações mais completas, como o endereço de sua empresa e cidade, mas você pode pular esta etapa caso seu empreendimento seja digital.

Semelhante ao Facebook e ao Instagram, o Twitter tem a opção de Conta verificada, que você pode solicitar para passar mais credibilidade para seus seguidores. Essa pode ser uma meta para o futuro, quando seu perfil tiver um alto engajamento.

3. Divulgue postagens relevantes
Após deixar o perfil pronto, chegou o momento de criar e divulgar conteúdos para seus seguidores.

Uma estratégia válida para chamar atenção logo no início é criar promoções exclusivas para quem acompanha sua página. Lembre-se de usar ferramentas para encurtar links, para não perder muitos caracteres de texto.

Em todas as situações, faça de tudo para criar um relacionamento amigável e sincero com seus seguidores, acompanhe as menções de sua marca e mostre-se solícito, mesmo quando estiver lidando com os haters.

Conforme já mencionamos neste post, não fale demais de você nem de seu produto. Algumas pessoas podem seguir seu perfil, mas ainda não estarem preparadas para fazer uma compra. Por isso, falar muito sobre o que você quer vender pode acabar afastando esses usuários.

Entretanto, é possível transformá-los em futuros clientes disponibilizando conteúdos de qualidade e que os ajude a solucionar um problema.

Os recursos visuais, em muitos casos, “valem mais do que mil palavras”. Incluir um vídeo ou um GIF em um tweet pode deixá-lo mais atrativo e, melhor ainda, mais compartilhável. Isso é essencial para alcançar pessoas fora de sua base de contatos.

Além disso, é possível escrever conteúdos mais completos com a ajuda da funcionalidade Threads, isto é, fazer Tweets em continuidade, conectados e em ordem. As publicações com Threads sobre dicas estão fazendo sucesso na rede, descubra a melhor maneira de explorar essa funcionalidade para seu negócio.

Além disso, é possível também colocar informações mais completas, como o endereço de sua empresa e cidade, mas você pode pular esta etapa caso seu empreendimento seja digital.

Semelhante ao Facebook e ao Instagram, o Twitter tem a opção de Conta verificada, que você pode solicitar para passar mais credibilidade para seus seguidores. Essa pode ser uma meta para o futuro, quando seu perfil tiver um alto engajamento.

3. Divulgue postagens relevantes
Após deixar o perfil pronto, chegou o momento de criar e divulgar conteúdos para seus seguidores.

Uma estratégia válida para chamar atenção logo no início é criar promoções exclusivas para quem acompanha sua página. Lembre-se de usar ferramentas para encurtar links, para não perder muitos caracteres de texto.

Em todas as situações, faça de tudo para criar um relacionamento amigável e sincero com seus seguidores, acompanhe as menções de sua marca e mostre-se solícito, mesmo quando estiver lidando com os haters.

Conforme já mencionamos neste post, não fale demais de você nem de seu produto. Algumas pessoas podem seguir seu perfil, mas ainda não estarem preparadas para fazer uma compra. Por isso, falar muito sobre o que você quer vender pode acabar afastando esses usuários.

Entretanto, é possível transformá-los em futuros clientes disponibilizando conteúdos de qualidade e que os ajude a solucionar um problema.

Os recursos visuais, em muitos casos, “valem mais do que mil palavras”. Incluir um vídeo ou um GIF em um tweet pode deixá-lo mais atrativo e, melhor ainda, mais compartilhável. Isso é essencial para alcançar pessoas fora de sua base de contatos.

Além disso, é possível escrever conteúdos mais completos com a ajuda da funcionalidade Threads, isto é, fazer Tweets em continuidade, conectados e em ordem. As publicações com Threads sobre dicas estão fazendo sucesso na rede, descubra a melhor maneira de explorar essa funcionalidade para seu negócio.

Para Retweetar, basta clicar no ícone com as duas setas e escolher se você quer apenas Retweetar ou acrescentar suas próprias palavra acima da post a ser republicado.

Essa prática demonstra que você está atualizado com o que outros perfis estão fazendo e de olho naquilo que pode gerar valor para sua audiência.Mais uma vez, tome cuidado para essa prática não tomar o espaço de postagens próprias. O público valoriza muito conteúdo original, principalmente, quando ele é autoral.

Além do mais, você quer ser reconhecido como uma referência em seu segmento. Para tanto, precisa ter uma produção de conteúdo própria e recorrente.

5. Acompanhe o que seus clientes dizem
O Twitter é utilizado como um microblog por muitos, não é mesmo?

Por isso, você vai se deparar com várias dúvidas e comentários sobre sua empresa. Então, realize um atendimento rápido e estabeleça uma comunicação sólida com seus seguidores.

6. Saiba acompanhar e aproveitar as tendências com hashtags
Provavelmente, você já utilizou alguma hashtag em postagens pessoais em outras redes sociais. Elas são compostas por palavras relacionadas ao tema daquela postagem e o símbolo #, e servem para ampliar o alcance de algum post.

O Twitter entende esse símbolo como um classificador de assuntos.

7. Crie Moments
O Moments é uma funcionalidade do Twitter que mostra histórias organizadas sobre o que está acontecendo no mundo. Qualquer conta pode criar histórias no Moments.Para criar, basta acessar a aba do Moments em Twitter.com (não é possível criar pelo app) e criar uma história com título, imagem de capa e os Tweets.

8. Faça anúncios com o Twitter Ads
Assim como outras redes sociais, o Twitter também tem sua ferramenta de anúncios.

A opção de divulgar anúncios pode ser útil para atingir diversos objetivos, como: ganhar mais seguidores, gerar tráfego para o site de seu negócio, ter mais engajamento nos Tweets e por aí vai.

Com o Twitter Ads é possível configurar campanhas segmentadas e acompanhar as métricas e os resultados.

É uma ótima opção para quem quer obter resultados mais rápidos e significativos.

Fonte: Hotmart

 

 

 

Como Usar Ads do Reddit Para Melhorar as Vendas do Seu Negócio

O Reddit é um dos sites mais populares da internet.

Apenas no mês de fevereiro de 2016, o site alcançou em torno de 139.323.527 visualizações.

Isso é importante, principalmente pelo fato de o site oferecer opções de anúncios para as pessoas que o utilizam.

Neste artigo, iremos analisar como você pode começar a usar os ads do Reddit para se beneficiar do alto tráfego que ele possui.

Nós veremos quais regras você precisa seguir, de forma que você se torne atrativo para o público do Reddit. Além disso, falaremos sobre como criar ads do Reddit direcionados que irão te gerar rendimento.

Ao final desse artigo, você terá os conhecimentos necessários para se aventurar e dominar os Ads do Reddit, enquanto gera lucro para o seu negócio.

Vamos começar.

Entendendo a comunidade do Reddit
O Reddit, basicamente, é uma comunidade onde o diálogo tem o papel principal.

Além disso, eles têm muitos pontos positivos. Em 2015 eles arrecadaram US$772.000 para ajudar professores. Entretanto, como toda comunidade online, existem também seus poréns, e provavelmente você já vivenciou alguns deles se costuma frequentar fóruns na internet.

De toda forma, um aspecto que a comunidade do Reddit não gosta, são pessoas que interrompem ou finalizam uma discussão tentando vender algo descaradamente.

Felizmente, ao utilizar os Ads do Reddit, você não precisa se intrometer na conversa de alguém e começar a anunciar seu produto de repente.

Contudo, mesmo com o uso dos Ads do Reddit, ainda assim você precisa saber como a comunidade reage aos seus produtos anunciados na plataforma.

Se seu produto não é bom, provavelmente as pessoas irão comentar a respeito.

Se você está utilizando métodos considerados “spam” ou invasivos, provavelmente você também verá os “Redditors” falarem mal do seu produto e até mesmo de sua empresa.

Lembre-se também que se seu serviço de atendimento ao consumidor for ruim, os usuários do Reddit também trarão isso à tona.

Para nossa sorte, o Reddit elaborou algumas dicas de como lidar com tudo isso.

É importante que você as leia. O Reddit representa uma grande oportunidade e seria uma pena se você deixasse os possíveis desafios te desanimarem.

Como um incentivo, saiba que a Pocketderm alcançou 220% de crescimento em clientes, após dois meses de publicidade. Se você aprender como o Reddit funciona, poderá experimentar um sucesso parecido com esse.

Descobrindo qual é o seu público-alvo
Como é o caso de todas as formas de publicidade online, é essencial que você dedique algum tempo para definir quem será seu público-alvo.

Falhar nesse ponto significa divulgar seus anúncios para pessoas que não se interessam por eles.

Isso pode levar as pessoas a não clicarem em seus ads ou então a clicarem apenas por curiosidade.

Ambos são cenários negativos – e podem te custar tempo e dinheiro.

Normalmente, se você quer evitar essa situação e criar ads com um foco bastante direcionado, gerar uma Buyer Persona bem detalhada é essencial.

Porém, apesar desse processo ser útil para outras plataformas de anúncios pagos, não é necessário para o Reddit.

Primeiramente, ao definir ads do Reddit direcionados, tudo que você precisa fazer é descobrir quais interesses seu público-alvo tem.

Isso é importante, pois ao anunciar no Reddit, você irá direcionar seus ads baseados em “subreddits”.

Um “subreddit” é uma discussão baseada em um assunto específico.

Este é um exemplo de um subreddit a respeito do “Netflix”:

Apenas como referência, eu destaquei também um ad que está sendo mostrado nesse subreddit.

Há muitos subreddits em andamento. Enquanto escrevo esse artigo, existem em torno de 822.819 subreddits na comunidade do Reddit.

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Considerando que vamos anunciar com base nos subreddits, não precisamos nos preocupar quanto a palavras-chave ou sobre informações demográficas do nosso público.

Tudo que você precisa fazer é uma lista contendo de 7 a 10 interesses do seu cliente ideal.

Isso ajuda a enumerar muitos dos interesses, porque alguns “subreddits” não têm as visualizações de página necessárias para gerar resultados esperados.

Posteriormente falaremos sobre como encontrar subreddits.

Criando Ads do Reddit
Você precisará de uma conta no Reddit caso queira criar ads nessa plataforma. Não utilize uma conta pessoal. Reserve algum tempo para criar uma conta no Reddit especificamente para sua empresa. Em seguida, para iniciar o processo, acesse o link https://www.reddit.com/advertising e clique em “create and ad”.

Fonte: Neil Patel

COMO TRABALHAR COM INFLUENCERS: 6 DICAS PRÁTICAS

Você sabia que 40% das pessoas afirmam ter tomado uma decisão de compra por causa de algum conteúdo de influencers? O estudo feito pelo Twitter confirma o que já imaginávamos: o novo marketing está nos influenciadores.

Já discutimos um pouco sobre isso aqui – falamos sobre a necessidade desse tipo de estratégia e temos este infográfico que mostra as principais vantagens . Mas, apesar de terem se tornado essenciais, ações com influenciadores podem custar caro e levar mais tempo para gerar impacto.

Então, como você poderia otimizar as estratégias a fim de garantir bons resultados? Algumas boas práticas fazem toda a diferença. Neste artigo, conheça algumas dicas buscando realizar ações que vão além de apenas envio de brindes e códigos de desconto. Vamos lá?

1 – ESCOLHA PELA AUTENTICIDADE, E NÃO PELO NÚMERO
Uma das partes mais difíceis de uma estratégia de marketing de influência é a escolha do profissional. Existem vários tipos de influencers, classificados de acordo com seu alcance: celebridades, microinfluencers, autoridades (entenda melhor aqui). Mas não frequentemente “alcance” significa “conversão”.

Para escolher o melhor, pesquise aqueles que tenham potencial de atingir diretamente o seu público. Nem sempre será a celebridade. Preocupe-se mais com algumas métricas:

Engajamento
Autenticidade (existe conteúdo copiado, imagens de banco?)
Frequência de posts
Assim, fica bem mais fácil entender quais vão gerar mais impacto. Não existem, porém, regras fixas: você pode trabalhar com vários influencers em camadas diferentes com ações que se completem.

2 – FAÇA UM BOM BRIEFING
A ideia do trabalho com influenciadores é deixá-los produzir conteúdo sobre sua marca e/ou produto, já que são eles que sabem falar diretamente com a audiência. Por isso, muito do potencial impacto da estratégia está no briefing. Algumas dicas para dar boas instruções, que atinjam seus objetivos e gerenciem as expectativas de ambas as partes:

Tenha um documento de briefing: aqui é mais do que apenas um contrato, é um tipo de manual de tudo que a pessoa precisa saber ao se tornar sua parceira. Inclui, por exemplo, os valores da empresa e a mensagem que a marca quer passar.
Detalhe a campanha: é importante que o influencer conheça a campanha da qual fará parte. Ofereça o máximo de detalhes possível: ele vai receber produtos? O que gostaríamos que fizesse? Existem outras ações que integram a estratégia?
Call-to-action: qual é o site, o landing page ou a página que vai receber as visitas? O influenciador precisa saber para onde direcionar sua audiência quando quiserem consumir. Hashtags e códigos de desconto também precisam ser definidos.
Tipo de conteúdo esperado: você gostaria que fosse um post de Instagram e um review no blog? Ou apenas um story? Explicite bem o que é esperado do influencer para que não haja dúvidas, inclusive o estilo: seria mais elegante ou engraçado? Mas lembre-se de que quem produz o conteúdo é ele! Não limite sua criatividade.
O que não pode: para evitar problemas de inconsistência da produção com a sua proposta de negócio ou palavras que não podem ser empregadas, dentre outras pequenas proibições, garanta que isso esteja no briefing.
Quando você contrata um influencer, espera que o trabalho seja de qualidade, assim como qualquer outro profissional freelancer ou consultor. Da mesma forma, pode oferecer feedbacks (bem construídos) sobre o resultado. Isso é importante para a evolução de todos, tanto dos criadores quanto das marcas.

3 – TENHA OBJETIVOS CLAROS E MENSURÁVEIS
Assim como qualquer estratégia de marketing, o trabalho com influencers também precisa de objetivos claros e métricas definidas. Você deseja que a empresa fique mais conhecida? Então provavelmente deveria medir o acesso ao site, por exemplo. Está lançando um produto e quer aumentar as vendas? Aí as métricas serão outras.

A fim de definir o que monitorar, você pode utilizar a metodologia de OKRs (Objectives and Key-Results, ou Objetivos e Resultados-Chave). Saiba como fazer isso neste post. Mas como monitorar já que os posts não são feitos no seu perfil? Existem plataformas que auxiliam esse trabalho (uma vez que entender o resultado de cada post e de cada influencer é um desafio) como a Socialpeeks ou a Squid.

4 – PENSE ALÉM DOS POSTS EM REDES SOCIAIS
Mais do que apenas produtores de conteúdos sendo pagos por você, pense nos influenciadores como parceiros da sua marca. Aqueles que geram mais resultado podem criar conteúdo junto com você, fortalecendo os próprios canais.

Maximize ainda mais a parceria, convidando-os para eventos offline e produção de vídeos, por exemplo. São experiências que fortalecem a parceria e podem gerar mais impacto lá na frente.

Uma das melhores coisas de trabalhar com influenciadores é que eles são criadores e criativos por si sós. Tire proveito disso: desenvolva estratégias que vão um passo além dos canais sociais e incorpore eventos offline, produção de vídeos e plataformas online, dentre outras.

Assim, você não vai apenas maximizar sua estratégia de mídia paga, como também impulsionar o valor médio da mídia espontânea. Os influencers vão querer dividir as belas experiências com os seus seguidores.

5 – MANTENHA RELAÇÕES DURADOURAS
Quanto mais você se aproximar de influencers alinhados com a proposta da sua marca, mais qualidade as campanhas vão ganhar. Por isso, procure cultivar o relacionamento com aqueles que mais geraram resultados. Lembre-se de que são seus parceiros – assim, a compensação deve ser mais do que financeira.

Ofereça críticas construtivas, mostre o quanto você é grato pela parceria e o quanto valoriza o conteúdo que a pessoa produz. Isso pode levar à colaboração espontânea e motivá-la a criar formas de estar sempre em contato. É bom para todos!

6 – FIQUE POR DENTRO DAS TENDÊNCIAS
Como você viu, existem algumas práticas importantes visando garantir melhores resultados de campanhas de marketing. Com uma boa estratégia e cultivo de relações sólidas, sua campanha pode ir longe.

Contudo, não basta apenas olhar para dentro. Procure saber também sobre as tendências do marketing de influência. Quem sabe um novo estilo de ação possa trazer grandes conquistas para sua marca?

Fonte:  inovacaosebraeminas

Como usar Inbound Marketing na sua empresa?

Ele é uma forma de marketing que se baseia na ideia de criação e compartilhamento de conteúdo voltado para um público-alvo específico. Você conquista a permissão de comunicar com seu público de forma direta criando um relacionamento com conteúdo específico. O Inbound atua em todo funil de marketing da empresa, desde a atração de visitantes, na conversão desses visitantes em contatos, dos contatos em clientes e de clientes em clientes fiéis e possíveis divulgadores..

 

O que fazer?
#1: Crie personas adequadas para o seu público-alvo. As personas devem ser o mais detalhadas possível, além de estarem adequadas às diferentes etapas da jornada de compra.

#2: Crie conteúdo original, relevante e capaz de fornecer ao seus possíveis clientes as informações que eles precisam. Além disso, pense em inovar e produzir conteúdo de diversas formas: Vídeos, e-Books, infográficos, textos e o que mais vier a cabeça.

#3: Divulgue o seu conteúdo. Não basta criar um bom conteúdo e não divulgá-lo. Um erro comum em Inbound Marketing é criar um bom conteúdo e não trabalhar para sua divulgação e distribuição. Invista em SEO, otimizando seu conteúdo para que ele seja facilmente encontrado por meio do Google. Por exemplo, na hora de escrever um post para o blog use palavras-chave que ajudem o Google a indexar o seu post na pesquisa, além disso, você pode colocar palavras em negrito, citar a palavra-chave diversas vezes ao longo do texto isso dá credibilidade ao seu conteúdo.

#4: Crie campanhas segmentadas para anunciar o seu produto e atingir diretamente o público-alvo. Em um de nossos clientes conseguimos em uma quinzena o resultado que não conseguimos em dois meses. Realizamos uma campanha de hipersegmentação no Facebook Ads, e conseguimos atingir exatamente nosso público-alvo em questão ( Barmens e Djs).

#5: Saiba usar os leads que você captar. Outro ponto que pode ser crucial para a melhoria da sua estratégia é a construção de um mailing bem segmentado com os leads que você captar. Assim, você consegue entregar o conteúdo certo para o público certo e aumenta suas chances de concluir a venda.

#6: Acompanhe constantemente os resultados. Marketing depende de resultados, e é por isso que você deve sempre medir e acompanhar suas ações. Assim, é possível saber que tipo de conteúdo é mais procurado, as ações que geram mais leads, etc. Com isso você consegue identificar onde deve continuar apostando e que pontos devem ser melhorados.

Fonte: edialog

O que é Persona e como criar uma adequada para o seu negócio digital

O termo persona é muito usado em quase todos os cursos, artigos e materiais educativos relacionados a marketing. Muitos negócios podem assumir que todo mundo já tem uma persona, a conhece e a coloca em prática. Person é a representação do cliente ideal, com diversas características que colaboram para a elaboração das estratégias.

Mas a verdade é que até mesmo negócios já estabelecidos precisam redefinir o retrato de seu público de tempos em tempos, sem falar nos novos negócios, que precisam criar sua estratégia de entrada de mercado.

O que é uma persona?
Por que criar uma persona é importante para os negócios?
Uso de personas para a tomada de decisões de marketing
Como criar uma persona
Como encontrar dados para criar uma persona
Uso dos dados de clientes atuais
Como reunir dados de personas a partir de pesquisas de mercado
Como combinar a persona à tática de marketing certa
Conclusão
O que é uma persona?
Uma persona é a representação de um cliente ideal, descoberta com base em dados qualitativos e quantitativos provenientes de pesquisas de mercado e/ou concorrentes e perfis de clientes que já existem. É a exemplificação do comprador perfeito – por isso em inglês o termo é buyer persona.

Ainda assim, gerar uma persona para o marketing não se trata de descrever o público de compras em potencial do negócio, mas sim de reunir um conjunto de informações que podem ser usadas por diversos departamentos. Desde a comunicação, marketing, vendas e produto, todas as áreas podem se beneficiar de um conceito de persona bem definido e claro. Isso irá colaborar para tomar decisões embasadas e investir de forma inteligente.

 

Por que criar uma persona é importante para os negócios?
Depois de fazer uma avaliação de mercado inicial, determinar as personas é a próxima etapa lógica para definir a estratégia de marketing, produto e do negócio em geral. Afinal, o desenvolvimento de produtos e negócios, assim como as atividades de marketing, vêm do conhecimento sobre o público-alvo. São as personas que ajudam a decidir:

Para qual direção orientar o desenvolvimento de produto;
Que tipos de conteúdo criar;
Como dar seguimento a leads;
Como lidar com questões relacionadas à retenção e aquisição de clientes.
O resultado final da definição da persona alvo é conseguir uma parcela da atenção dos visitantes com alto valor, atrair leads relevantes e facilitar o processo de conversão e retenção.

A NetProspex publicou um estudo de caso que relata que seus esforços de criação da persona duplicaram o número de visualizações da página por acesso, um aumento de 900% na duração dos acessos no site e um pico de 171% no ROI de marketing.

 

Táticas usadas por toda a massa de empresas no Brasil e no Mundo! (Fora da Tendência)  

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Passos comuns de um Grande vendedor

1-Vender resultados;
2-Criar relacionamento com os clientes;
3-Estar disponível em momentos cruciais;
4-Liderar a venda;
5-Inverter os riscos;
6-Realizar follow up;
7-Criar senso de urgência;
8-Personalizar a oferta;
9-Usar um playbook;
10-Conectar a realidade com exemplos;
11-Ter a tecnologia como aliada.

Importante evitar

1-Gastar tempo com clientes que não têm fit com o negócio;
2-Tratar a venda como processo final no relacionamento com o cliente;
3-Deixar o cliente dar o passo seguinte dentro da negociação;
4-Falar mais do que ouvir e responder à perguntas que o prospect ainda nem fez;
5-Achar que tem intimidade com o cliente;
6-Enviar uma proposta cedo demais, quando ainda há dúvidas pendentes;
7-Não entregar aquilo que foi combinado na negociação;
8-Vender mais as funcionalidades do produto ou serviço do que o resultado que ele gera;
9-Pedir indicação sem sequer ter se preocupado em garantir o sucesso do cliente na pós-venda.

Vender Resultados

Um erro bastante comum é o de não vender o resultado, as soluções que o produto ou serviço traz para os clientes.

Em outras palavras, não ser consultivo. Falar apenas de funcionalidades e benefícios não irá convencer as pessoas a comprarem.

É preciso dizer exatamente como o que está sendo vendido funcionará dentro do contexto do cliente. Explicar como ele pode ter sucesso usando o que você vende.

Não fazer isso é uma falha bastante comum tanto em vendedores menos experientes como naqueles que estão pressionados por metas a serem batidas.

Essa é (ou ao menos deveria ser) a missão de qualquer empresa: solucionar um problema que angustia algum cliente ou então fazê-lo atingir algum objetivo.

Esse entendimento é essencial dentro do processo de vendas de qualquer empresa.

É o ponto de partida para criar um discurso que realmente impacte, cative e convença qualquer um que está em contato com a sua marca.

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Criar relacionamento com os clientes

Relacionamento é a chave para qualquer sucesso em termos de interações humanas. Na hora de vender isso é, obviamente, uma verdade.

Qualquer vendedor terá chances muito maior de êxito se entender que o relacionamento positivo e duradouro com os clientes é uma das táticas de vendas mais poderosas existentes.

Os clientes ficarão sem dúvida alguma muito mais propensos a ouvir o que você tem a dizer e receptíveis à oferta que você fará posteriormente.

Essa boa relação, contudo, deve iniciar um pouco antes – pelo menos na etapa de qualificação juntamente do time de pré-vendas.

Estar disponível em momentos cruciais

Parte do princípio de relacionar-se bem o fato de estar sempre disponível para o cliente, especialmente em momentos cruciais.

Entenda o contexto com um exemplo.

Digamos que você fez uma demonstração do produto ou serviço para um gestor e ele gostou. A proposta foi enviada e você está esperando uma resposta.

Esse gestor está em uma missão para convencer seus superiores de que vale a pena comprar sua solução. Há reuniões atrás de reuniões, mas eles ainda não estão convencidos.

Então, ele precisa consultar você imediatamente, talvez até no meio de algum desses encontros (ou antes dos mesmos) e passar um status de que ainda não conseguiu a aprovação.

Se você estiver disponível em momentos cruciais como esse, poderá contribuir com alguma informação complementar que ajudará a sua proposta a ser aceita o quanto antes.

Não se trata aqui de passar até altas horas da noite ligado no celular ou no email, não.

Mas, sim, entender que em algum momento você poderá ter que falar com seus clientes que ainda não fecharam e dar algum outro tipo de contribuição que ajude-o a selar o negócio.

Fonte dos últimos Artigos : crmpiperun 

Qual a diferença entre venda ativa e venda passiva?

Venda ativa: saiba como funciona!

 

Também chamada de prospecção ativa, a venda ativa é bastante utilizada em diversos tipos de comércio, sejam eles onlines ou offlines.

Com a venda ativa, as empresas conseguem eliminar indecisões de clientes em potencial e aumentar seus rendimentos. Mas para isso, é preciso que haja uma preparação adequada dos profissionais responsáveis pelo contato com os consumidores.

Mas o que é a venda ativa?
A venda ativa corresponde à atuação dos profissionais que entram em contato diretamente com clientes. Ou seja, ao fazer uma ligação para um cliente, por exemplo, uma empresa está fazendo uma prospecção ativa.

Nessa estratégia de venda, não é necessário o uso de fontes de divulgação, como envio de ofertas ou anúncios. Só é preciso, portanto de bons vendedores.

No entanto, ao adotar uma postura de negócios mais ativa, é preciso considerar o nível de interesse dos clientes. Dessa maneira, os esforços investidos não são desperdiçados com pessoas desinteressadas pela empresa ou seus produtos.

Assim, aumentando a produtividade de toda a equipe e o resultado de suas vendas.

Como funciona a venda ativa?

A venda ativa tradicional consiste no contato direto com um consumidor qualquer, podendo ele ter demonstrado interesse ou não pela marca.

Porém, ao considerar qualquer tipo de indivíduo, a empresa dedica esforços para pessoas sem nenhuma perspectiva de compra.

Já atualmente, com a ajuda das estratégias de marketing digital e sua captação de leads, a venda ativa fica cada vez mais eficiente.

Isso porque, a partir de alguns filtros e ferramentas, a empresa recebe dados que indicam quais clientes têm maior potencial para a empresa.

A partir dessas informações, os vendedores iniciam o contato com esses consumidores, em busca de:

Solucionar possíveis dúvidas;
Eliminar indecisões;
Apresentar um produto.
É interessante que essa técnica de venda seja sempre utilizada junto à outras novas estratégias existentes.

Dessa forma, seus benefícios conseguem ser cada vez mais potencializados, impactando nos resultados da empresa.

Qual a diferença entre venda ativa e venda passiva?
Como já dito, na venda ativa, o comerciante não espera o cliente vir até ele. Ou seja, na busca por concretizar novos negócios, o vendedor chega a ligar ou mandar mensagens para os consumidores.

Apesar de seu conceito ser negativamente ligado ao telemarketing, ela oferece diversos benefícios para as vendas do negócio. Isso ocorre, pois é com a prospecção que a empresa consegue desenvolver um bom relacionamento com o cliente.

Já na venda passiva, o trabalho de prospectar o cliente é feito através de ações de marketing. Com isso, é ele quem vai em busca do vendedor em busca de fechar um negócio.

Além das campanhas, esse interesse também pode surgir a partir da recomendação da marca por amigos e familiares, por exemplo.

São exemplos de negócios que utilizam a venda passiva:

Supermercados;
Varejos;
Escolas e Universidades;
É preciso lembrar que esses dois tipos de venda podem ser utilizados em conjunto para maximizar os resultados do negócio. Para isso, é preciso desenvolver uma bom planejamento de marketing e investir na contratação de bons profissionais.

 

Como fazer venda ativa de maneira correta?
Muitas empresas enfrentam dificuldades na hora de fazer venda ativa por não saberem aplicar suas estratégias. E, por conta disso, acabam prejudicando a fidelização dos seus clientes.

Para que isso não ocorra, confira 5 dicas para fazer venda ativa e conquistar mais clientes:

1. Faça o planejamento de sua oferta ativa
Não adianta iniciar a implementação do processo de venda ativa em sua empresa se isso não for feito de maneira organizada.

Isso significa que é preciso responder às seguintes perguntas:

Quais funcionários serão responsáveis pela venda ativa?
Quanto tempo do dia será dedicado para a prospecção?
Quais produtos da empresa serão incluídos na oferta ativa?
O que será utilizado para a captação de leads?
Seja da maneira mais tradicional ou com o uso de tecnologia, o bom resultado de uma estratégia de venda só aparece com organização.

Além disso, é preciso ter consistência. Com isso, você conseguirá entender quais ofertas funcionam ou não para os prospects.

2. Invista na capacitação de sua equipe
Após o bom planejamento, chega a hora de escolher a equipe responsável pelo contato com os clientes.

Nesse momento, é preciso lembrar que o vendedor ativo representará diretamente a empresa. Ou seja, qualquer atitude sua, seja ela positiva ou negativa, criará a impressão de todo o negócio pelo cliente.

São características de um bom vendedor:

Conseguir eliminar insatisfações e dúvidas;
Saber ouvir a necessidade do cliente;
Ser honesto e agradável;
Estar disposto a servir;
Ter paciência.
Por isso, não economize ao investir em um profissional bem qualificado. Só ele conseguirá enfrentar dificuldades e aproveitar qualquer oportunidade que venha a surgir.

3. Acredite no seu valor
O grande problema dos telemarketings é justamente a falta de crença no próprio negócio. Isso causa uma péssima impressão para o cliente, já que o discurso utilizado começa a ficar automático e sem ânimo.

A única solução para isso é fazer, antes do cliente, o próprio vendedor entender o valor do que está oferecendo.

Para isso, vale a pena criar uma apresentação ou teste geral de um produto para a equipe de vendas. Assim, ela conseguirá defender uma causa pela qual realmente acredita com afinco e bastante animação.

4. Utilize ferramentas de marketing digital
Um erro gravíssimo de diversas empresas é ignorar as estratégias de venda que crescem cada vez mais no mercado atual.

Isso é tão ruim, justamente porque o processo de venda ativa não exclui outras técnicas de venda. Na verdade, se somado à elas, pode oferecer muito mais resultado para o negócio.

Cada estratégia de marketing possui uma função diferente, podendo ser:

Posicionar a marca no mercado;
Apresentar um produto para consumidores;
Detectar clientes em potencial;
Criar uma boa imagem para a empresa.
Por isso, qual o sentido de desperdiçar todas essas possibilidades de crescimento para o seu negócio?

5. Não incomode seu cliente
Sem dúvidas, a venda ativa representa uma grande força para a geração de receita da empresa.

No entanto, não existe nada mais chato do que ficar recebendo ligações de negócios o tempo todo, não é mesmo?

Por conta disso, dentro do seu planejamento de vendas ativas, não esqueça de criar um cronograma e registro de contatos.

Dessa forma, clientes já abordados não serão incomodados novamente, principalmente após negar uma oferta da empresa. Fazendo, assim, que a venda ativa seja eficiente sem prejudicar a imagem da marca. Acompanhe a nossa carta do fundador, com conteúdos diários e gratuitos!

Fonte: empreenderdinheiro

 

Parceiros de vendas: como escolher e manter parcerias de sucesso!

Os parceiros de vendas são peças chave para as empresas que comercializam soluções complexas e precisam garantir a capilaridade e o volume de seus resultados comerciais.

Por meio das vendas indiretas, é possível chegar a mais cidades e regiões, além de poder atender a diferentes perfis de clientes com qualidade, sem precisar inchar as operações.

Para montar um bom programa de vendas via canais como distribuidores, revendas e representantes, entretanto, o planejamento e o acompanhamento são essenciais. Ou, então, a estratégia pode acabar se tornando um fardo para a sua gestão comercial.

Atendimento ao cliente: passado, presente e futuro

Otelefone foi a melhor invenção da história. Não, o chat. Não, as redes sociais. Bom, todos foram. Cada um no seu momento. Hoje em dia pode ser difícil imaginar uma vida sem atendimento ao cliente, mas em algum momento, bem lá atrás, quando as tecnologias que facilitavam o relacionamento com o cliente ainda não existia, tudo era muito diferente.

Antes do suporte remoto, do chat em tempo real e outras soluções virtuais de atendimento, havia centrais telefônicas complexas, e antes ainda, havia sistemas IVR e comutadores telefônicos com muito trabalho manual propenso a erros e, antes de tudo isso, havia apenas o contato presencial.

O atendimento ao cliente foi evoluindo, a cada século, acompanhando o ritmo da tecnologia.

Século XIX, um culto à paciência
Viajar durante horas ou até dias para consertar um dispositivo? Esperar um técnico durante semanas para resolver um problema? Só de pensar, essas situações já deixam a gente de cabelo em pé. É, o século XIX não era para qualquer um. Os clientes dessa época deviam ser as pessoas mais pacientes do mundo.

Mas um dia, lá pelo ano de 1876, surgiu o telefone, e tudo mudou. Para os privilegiados que tinham acesso a um desses aparelhos tão raros para essa época, o atendimento ao cliente ficou mais simples e “tecnológico”.

As coisas ficaram ainda mais fáceis quando vários desses aparelhos foram agrupados em uma central telefônica, que permitia atender a várias chamadas ao mesmo tempo, levando o atendimento ao cliente a um ponto que demorou décadas para ser superado.

Século XX, evolução e revolução
O telefone não parou de evoluir. Valeu a pena esperar mais de 60 anos para o surgimento de uma grande inovação: os call centers, grandes áreas dedicadas exclusivamente a receber e responder consultas telefônicas dos clientes.

Durante os anos de auge dos call centers, outra invenção foi marcante: os telefones com discagem por tom, aumentando a facilidade de uso e a eficiência desses dispositivos para o público mais amplo.

Sem dúvida, a abrangência do atendimento telefônico, que teve um grande impulso na década de 60, mudou totalmente o atendimento ao cliente, ainda mais com o surgimento dos números gratuitos 0-800, que possibilitaram que o cliente ligue de qualquer lugar sem precisar pagar tarifa de longa distância. Mais telefones, mais econômicos… Qual seria a próxima novidade? Conversar com máquinas?

Sim. Foi isso que aconteceu na década de 70 com o surgimento dos sistemas IVR (Interactive Voice Response), que cumprimentavam os clientes e davam orientações pelas redes telefônicas com mensagens de voz.

Durante todos esses anos, o telefone reinou absoluto. Até que, nos anos 90, chegou a grande revolução tecnológica do nosso tempo: a Internet, que abriu caminho para um novo tipo de suporte, o chat em tempo real e o e-mail. E assim, um dia, os clientes passaram a não precisar mais usar tanto o telefone para conversar com as empresas.

No século XXI, tudo pode acontecer
Existe algo mais emblemático que a expressão “anos 2000” para falar da mudança de era? Ainda não existem carros voadores nem moramos em casas flutuantes como imaginávamos quando éramos crianças, mas sem dúvida essa década marcou uma virada no atendimento ao cliente.

Isso porque a mudança do analógico para o digital foi mais acentuada durante esses anos. Por exemplo, no caso do software que, em forma de sistemas modernos de CRM e help desk (sim, administrar as relações e interações da empresa com clientes existentes e potenciais a partir de um computador era possível), começou a ser utilizado de forma cada vez mais ampla nos computadores pessoais, cada vez mais populares.

Tudo isso ficou ainda mais “pessoal” a partir de 2008, quando as redes sociais, originalmente criadas para encontros ou para manter o contato com a família, se transformaram em uma nova opção de suporte. A possibilidade de fazer uma pergunta em um perfil do Facebook ou enviar um tweet com uma consulta de suporte aumentou a velocidade das respostas dos agentes de atendimento ao cliente.

Mas é a segunda década deste século, em que estamos agora, que não para de surpreender. Agora, o suporte remoto, em que os clientes recebiam suporte dos agentes e também podiam explorar e executar pessoalmente as ações sugeridas por eles, parece coisa do passado.

Hoje em dia, a Inteligência artificial, os chatbots, o suporte omnichannel e o machine learning são o presente do atendimento ao cliente, junto com tecnologias que parecem coisa de ficção científica.

Acontece que o presente avança muito rápido. Assim, continuamos esperando a próxima inovação no atendimento ao cliente, que vai levar a experiência de serviço a níveis que pareciam impossíveis.

Fonte : ecommercebrasil

História do Marketing: Como Surgiu e a Evolução ao Longo dos Anos

A história do marketing é tão antiga quanto a própria história da civilização.

Ok, é claro que há milhares de anos o marketing funcionava de outras maneiras e a atividade nem era conhecida por esse nome.

Mas o fato é que desde que surgiram as primeiras relações comerciais, o homem entendeu que, sem uma boa dose de persuasão, dificilmente, ele atingiria seus objetivos.

E o que é o marketing senão um bom uso do poder de influenciar pessoas?

Embora essa essência do marketing tenha prevalecido, o mundo e as pessoas mudaram. E também a atividade precisou adaptar suas estratégias.

Uma, duas, três… um monte de vezes.

E a evolução do conceito de marketing está apenas começando.

Afinal, basta uma boa olhada ao redor para entender o quanto a nossa forma de se relacionar e de consumir mudou assustadoramente em tão pouco tempo.

E este post é sobre tudo isso: a história do marketing, como surgiu e a evolução ao longo dos anos.

Gosta do tema? Então, continue lendo!

Antes de continuar, se você quer aumentar sua vendas e saber quais são as melhores estratégias para promover seu negócio online

A história do marketing no mundo

A Associação Americana de Marketing define a atividade como um “conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os clientes, parceiros e sociedade em geral”.

Perceba que, nesta definição, fica claro o valor do cliente no processo de fazer marketing.

Mas você sabia que nem sempre foi assim?

Para entendermos sobre a trajetória do marketing pelo mundo, lhe convido a voltar alguns anos, lá nas aulas de história do ensino fundamental.

Você deve ter aprendido que antigas civilizações eventualmente passaram a trocar mercadorias entre si como uma forma comércio, embora ainda bastante primitiva.

O homem, então, precisou desenvolver habilidades de persuasão para convencer os demais sobre importância e a utilidade de seus produtos.

Aliás, na antiguidade clássica, há registros de que os chamados “pregoeiros” eram marqueteiros de profissão, vendendo produtos e escravos por onde passavam.

Depois, com as grandes navegações, surgiram as moedas e as relações comerciais se intensificaram e ficaram mais complexas.

Já em 1455, o surgimento da impressora de Gutenberg foi um grande marco para a imprensa: a partir de então, era possível imprimir em larga escala materiais que antes eram escritos à mão.

Anos depois, essa invenção impulsionaria a produção dos primeiros anúncios impressos.

Mas foi depois da primeira Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, que o conceito de marketing tal qual conhecemos hoje começa a tomar forma.

Afinal, eram tempos de produção em massa como nunca visto antes.

Com isso, começava a nascer também a grande mídia, e os comerciantes precisavam aprender novas maneiras de divulgar os seus produtos para não ficarem para trás.

Origem do marketing

“Qualquer cliente pode ter o carro da cor que quiser, desde que seja preto”, disse o empresário Henry Ford no começo do século XX, na era que, depois, ganharia o nome de “fordismo”.

Os carros deveriam ser pretos porque era a tinta mais barata e que secava mais facilmente.

Parece absurdo para você?

Mas era bem essa a mentalidade que permeava o modelo de produção pós-Revolução Industrial.

E embora seja difícil especificar quando surgiu o marketing, é consenso entre muitos estudiosos que a Revolução Industrial transformou a forma de praticar a atividade.

Philip Kotler, o guru do marketing, nomeou essa “era de produção” de marketing 1.0.

Tempos em que a concorrência era mínima, as mercadorias eram vendidas a baixo custo e aos montes, e os consumidores eram meros receptores de um bombardeamento em massa de propaganda.

Os clientes não tinham, portanto, qualquer poder de barganha.

Após a Revolução Industrial, tudo o que era produzido era vendido.

Ora, com a demanda maior do que a oferta, as empresas não estavam muito preocupadas nem com a qualidade do que era vendido e tampouco com as exigências dos seus clientes.

Algum tempo mais tarde, porém, começam a surgir nos Estados Unidos os primeiros estudos de mercado, com foco em logística e produtividade – e, talvez por isso, muitos considerem que foi lá onde surgiu o marketing.

Os estudiosos passam a finalmente enxergar a atividade como uma disciplina única, independente da Economia e da Administração de Empresas.

O marketing buscava uma identidade própria.

Já no período entre guerras, ou seja, entre o começo do século XX até o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, mercadológicos passaram a enxergar a necessidade de entender como a propaganda afetava pessoas e negócios.

Apesar de novo enquanto ciência, já era evidente que o marketing era capaz de gerar nos consumidores associações positivas ou negativas quando expostos a determinadas marcas.

Depois da Segunda Guerra Mundial, a concorrência crescia cada vez mais e os produtos antes vendidos em larga escala passaram a ser estocados.

O foco das empresas, em vez de produção em massa, passou, então, a se direcionar às vendas.

E foi para ajudar nesse processo que o marketing entrou com maior expressividade.

Era preciso vender a qualquer custo, e os grandes aliados para isso eram os outdoors, os jornais, as revistas, passando pelo rádio com a primeira transmissão em 1920, e a televisão, que, a partir de 1940, levou o marketing mundial para um outro nível.

No Brasil dos anos 50, vivíamos um período de grande aceleração econômica e industrial.

E é a partir dessa década que começo uma linha do tempo com as principais características do marketing para cada fase da história.

Acompanhe!

Anos 50
Década que marca o começo do marketing no Brasil.

Era um período de industrialização e de grandes mudanças tecnológicas marcadas pelo governo de Juscelino Kubistchek.

A televisão acabava de chegar no país, ainda dominado pelos jornais, revistas e rádios em termos de publicidade.

O marketing, porém, era totalmente focado nas vendas e incipiente: grande parte da população brasileira ainda vivia nos campos.

Essa também é a década em que começam os primeiros estudos sobre marketing nas universidades brasileiras.

Anos 60
Pela primeira vez, as marcas começavam a apresentar departamentos de marketing mais sofisticados, preocupados em desenvolver estratégias de produção.

Entre elas, a preocupação com o que produzir, onde vender, por qual valor e de que forma anunciar o produto para o consumidor.

No Brasil, grandes empresas multinacionais, como Nestlé, Gessy-Lever, Gillette, Refinações de Milho Brasil e Anakol passaram a organizar suas áreas comerciais em função do marketing, e não das vendas.

É nessa década que surgem também os maiores estudiosos do marketing com conceitos que revolucionariam a forma de praticar a atividade.

O professor Theodore Levitt publica na revista Harvard Business o artigo “Miopia em Marketing”, mostrando, pela primeira vez, a clara preocupação com os clientes.

É também a década em que Philip Kotler lança a primeira edição de seu livro “Administração de Marketing”.

No Brasil, a população urbana finalmente ultrapassa a rural, dando vida a um novo tipo de consumidor.

Anos 70
Nesta fase, temos um marketing ainda mais consolidado e um cliente mais exigente.

No Brasil, era tempo de “milagre econômico”, e o consumidor começa a se conscientizar melhor sobre preço e qualidade dos produtos.

Logo, o marketing deixa de ser uma opção e se torna uma questão de sobrevivência.

Ele passa, então, a ser estratégia essencial não só para as empresas, como também para governos, organizações e até entidades religiosas.

Surgem as definições de público-alvo e as primeiras segmentações de mercado.

Anos 80

Mundialmente, os anos 80 foram marcados pelas disputas acirradas entre as empresas – uma verdadeira “guerra de marketing” pela atenção do consumidor.

Com os clientes ainda mais exigentes e concorrência nas alturas, os times de vendas das organizações passaram a ter que atingir metas para sobreviver.

É o Marketing 2.0 surgindo na Era da Informação, cada vez mais orientado para as necessidades do consumidor.

Essa também é a década conhecida por lançar os “gurus do marketing”, levando o conhecimento sobre a atividade para as massas, além de pequenas e médias empresas.

No Brasil, porém, os tempos eram difíceis para o marketing: alta inflação, salários congelados e recessão diminuíram o poder de compra dos consumidores.

Anos 90
É o “boom” da internet e o começo de um mundo globalizado que mudaria a forma de fazer marketing para sempre.

Surgem os blogs, os e-mails, algumas redes sociais e buscadores.

As empresas começaram então a dar os primeiros passos em marketing digital, estreando nas técnicas de SEO, produzindo conteúdo para a web e investindo em links patrocinados.

A sociedade também passou a despertar para a necessidade de cuidar do meio ambiente e do planeta de maneira geral.

Surge, então, um mercado focado em valores – é o marketing 3.0.

Pela primeira vez, as empresas começam a entender a importância de assumir um posicionamento sustentável para garantir uma vantagem competitiva no mercado.

Anos 2000
A virada do século também veio acompanhada de grandes transformações.

O cliente não só deixou de comprar apenas por necessidade, como também já não dava tanta importância aos preços dos produtos, contanto que tivessem a utilidade esperada.

São tempos de popularização da telefonia celular, democratização da internet em larga escala, multiplicação dos e-commerces e amadurecimento da World Wide Web.

As redes sociais também ganham mais força, principalmente com a chegada do Facebook.

Surgem ainda novas estratégias de publicidade, lançando a possibilidade de os usuários anunciarem na plataforma.

Anos 2010

Com foco no ser humano, a primeira década de um novo milênio inaugura uma nova forma de fazer marketing.

Com a ideia de que um cliente satisfeito é o melhor advogado que uma marca pode ter, a preocupação agora era priorizar toda a jornada do consumidor: é o marketing 4.0.

Isso porque as redes sociais estão mais fortes do que nunca, com bilhões de usuários acompanhando tudo o que acontece no mercado em seus smartphones com a facilidade de um toque.

Eles têm nas mãos um universo de opções, podendo a todo tempo comparar preços e qualidade entre as marcas.

Também por isso, as empresas veem na web e nas redes sociais a oportunidade de se aproximar dos clientes, horizontalizando o relacionamento como nunca antes na história.

Logo, não é de se admirar que as empresas que não possuem uma vantagem competitiva acabam abreviando a sua continuidade no mercado.

A história do marketing digital

Com a chegada da internet, fazer marketing deixou de ser uma atividade exclusiva das grandes empresas, que gastavam rios de dinheiro com as mídias e outdoors para anunciar seus produtos.

A era digital trouxe a popularização das redes sociais e novas formas de se relacionar.

Era preciso acompanhar toda essa evolução e pensar em novas maneiras de atrair a atenção do consumidor, que estava cada vez mais seletivo diante de tantas opções no mercado.

Surge, então, o marketing digital: aquele focado nos desejos do consumidor e com a oferta de soluções em vez de vendas diretas.

É o marketing, portanto, focado em proporcionar ao cliente boas experiências – as melhores possíveis.

Logo, um marketing que nada se parece com o que lhe deu origem. Em vez de empurrar produtos e serviços ao consumidor, ele faz com que o cliente chegue até ele.

Nesse sentido, um conceito importante é o de inbound marketing, ou marketing de atração.

Finalmente, as grandes mídias tradicionais perdem espaço para a internet com suas redes sociais, e-mails, blogs, websites e buscadores.

Hoje, sabemos que as marcas que não estão presentes em todas essas plataformas simplesmente não têm chance diante da concorrência.

Entre os principais elementos do marketing digital, estão:

SEO (Otimização para Mecanismos de Busca)
Marketing de conteúdo
Marketing nas mídias sociais
E-mail marketing
Automação
Monitoramento.

Conclusão

Seja por meio dos escambos nas civilizações antigas, a rudimentar impressora de Gutenberg, a Revolução Industrial ou a era da internet, o ser humano sempre soube fazer marketing.

Tudo isso, claro, foi mudando à medida em que o consumidor passou a ser mais exigente diante de tantas opções no mercado.

Para facilitar a compreensão, Philip Kotler dividiu o marketing em quatro fases principais, desde o começo da industrialização até os dias atuais:

Era da produção, voltada para produção em massa
Era da informação, voltada para os consumidores
Era de valores, com foco no ser humano e em sustentabilidade
Era da revolução digital, que traz a importância de encantar os clientes no lugar de simplesmente superar as expectativas.
É importante perceber, no entanto, que essas fases não são necessariamente excludentes entre si.

Em tempos de mudanças tão profundas e rápidas, difícil é dizer quando termina uma era e começa outra.

Acredite se quiser, ainda existem empresas estagnadas na velha forma de fazer marketing com foco nas vendas.

E depois se perguntam por que seus negócios não saem do lugar.

A verdade é que o mundo está em constante evolução, e o marketing deve ser capaz não só de se adaptar às mudanças como também prevê-las.

E a sua empresa, em que patamar está? Seja qual for a sua resposta, se ainda não estiver encantando os seus clientes, não está boa o suficiente.

Aproveite para deixar seu comentário e dividir sua opinião com a gente sobre como tem feito marketing atualmente.

Fonte: neilpatel

 

O que é B2B e quais são suas vantagens?

B2B é uma abreviação da expressão em inglês business-to-business, que em tradução livre significa algo como “de empresa para empresa”.

Mas afinal o que é B2B na prática?
São duas empresas que fazem negócios como cliente e fornecedor. Tal negócio pode ser produto ou serviço. Por exemplo:

um fabricante de pneus pode vender para as montadoras;
atacadista vende para lojistas do varejo;
um escritório de contabilidade pode vender os seus serviços para empresas que queiram que suas finanças sejam administradas por fora.
São inúmeras as opções. A Ramper, por exemplo, é um negócio B2B. Temos um produto SaaS de prospecção e automatização de vendas e comercializamos apenas para empresas.

Confira as táticas para crescer negócios B2B

No B2B não existe um ponto de venda, e sim, relacionamento e valor agregado.

Uma outra característica é que as vendas são complexas, pois necessitam de processos mais elaborados, já que geralmente o produto é mais difícil de compreensão e o seu preço é mais alto. Além disso, numa relação de empresa para empresa, há muitos tomadores de decisão, o que influencia em um processo de venda mais longo.

A diferença entre B2B e B2C
Às vezes há confusão sobre o que é B2B e o que é B2C. Ambos são modelos de negócios, mas bem distintos um do outro. Cada um requer diferentes habilidades, processos e disciplinas.

Ciente sobre o que é B2B, vamos esclarecer o que é B2C, antes de entrar nos diferenciais de um e outro.

O B2C também é uma abreviação da expressão em inglês business-to-customer que em tradução livre é “de empresa para consumidor”. O consumidor aqui é o final; isto é, uma pessoa física.

Nesse modelo de negócio há um ponto de venda, seja físico ou online e o relacionamento é curto ou pontual.

Você é o consumidor final de diversas marcas como as de produtos de beleza, de alimentos, roupas etc.

O B2C trata-se de vendas simples, pois não há burocracia ou complexidade para compreender a funcionalidade do produto e o ato da compra pode ser realizado em poucos minutos, já que do início ao fim, geralmente é um único consumidor que toma a decisão.

Modelos de B2B
Muitas empresas praticam mais de uma modalidade de negócio ao mesmo tempo ou formatos mistos (B2B2C):

Transformação: Indústria vende seus produtos para outras indústrias (B2B);
Revenda: Indústria vende para distribuidor ou revenda (B2B);
Revenda: Distribuidor vende para Revenda (B2B);
Revenda: Indústria, Distribuidor ou Atacado vende para Profissional Liberal (B2C);
Consumo: Distribuidor ou Atacado vende para Consumidor Final (B2C);
Consumo: Indústria vende para Consumidor Final (B2C);
Consumo: Indústria vende para Consumidor Final através de Distribuidor ou Atacado (B2B2C).
Quando respondemos “o que é B2B” notamos que vai além de um modelo de negócio. Existe particularidades, segmentos e processos diferenciados para cada um. Trata-se de um mercado com infinitas possibilidades e que está sendo expandido para o B2B SaaS.

O que é B2B SaaS?
O mercado B2B nos últimos anos se viu renovado com a modalidade SaaS (Software as a Service), softwares que não precisam ser baixados para uso e são usados na nuvem.
No SaaS, o cliente paga por um valor mensal, semestral ou anual para utilizar o produto.

Há uma história bastante interessante desse mercado: a Adobe, gigante de softwares para o mundo criativo, mudou radicalmente o seu modelo de negócios. Até então, a empresa comercializava os seus produtos seja por meio físico (lembra do CD com o driver de instalação?) ou compra no site, o que era necessário fazer o download do produto, após o pagamento.

Acompanhando a tendência de mercado na nuvem, a Adobe decidiu abrir mão do modelo de negócio citado acima e se transformou em um SaaS, lançando o Creative Cloud. Essa plataforma oferece todos os softwares da marca, porém para serem usados na nuvem e com formas de pagamento diversas. Essa virada rendeu a Adobe receitas 22% maiores.

Vantagens do B2B
O mercado B2B tornou-se atrativo e tentador por diversos motivos, como escalabilidade, rentabilidade e previsibilidade. Destaco quatro vantagens:

Precificação do produto é mais alta
O valor é mais alto, pois há uma proposta de valor muito clara e um produto que por trás tem tecnologia e inteligência agregados que trará resultado para o contratante, diferente de um produto de uma gôndola, por exemplo.

Relacionamento a longo prazo
O relacionamento é construído com base na confiança e transparência. Há chance do seu cliente fazer um upsell é muito mais alta.

Controle do churn
Conhecer bem o segmento das empresas é mais fácil do que do consumidor final, e isso ajuda no controle do churn.

Esse modelo oferece receita previsível e escalável com base na recorrência. Devido a empresa possuir tickets maiores por clientes e uma estabilidade de entrada de dinheiro.

Vendas B2B
Foi-se o tempo em que as decisões ficavam nas mãos do gerente ou diretor. Hoje em dia, há uma democracia na hora de adquirir um produto ou serviço, e todo time participa da tomada de decisão (nada mais justo, afinal normalmente é o time que irá operar ou usufruir de tal produto, bem mais do que o gerente ou diretor).

Geralmente o mercado B2B trabalha com vendas complexas, que segue uma abordagem de vendas mais consultivo para que o cliente em potencial consiga ver o quanto o seu produto ou serviço pode sanar a dor. Uma outra característica das vendas complexas é que podem levar meses entre o cliente ter certeza da eficiência do seu produto a fechar negócio.

A proposta de valor do seu produto deve estar clara, para que assim, todos os envolvidos entendam o que realmente o seu produto oferece. Mas tenha em mente que o valor difere de pessoa para pessoa.

Principais funções de vendas B2B
Nas vendas B2B o time é composto por vários profissionais, onde cada um tem um papel vital para que todo o processo seja alinhado às expectativas do cliente. Nas vendas B2B o time é composto por vários profissionais, onde cada um tem um papel vital para que todo o processo seja alinhado às expectativas do cliente.

Com foco nas empresas de tecnologia, cito as principais funções:

CEO / fundador
O CEO, ou outro fundador da empresa, é o vendedor mais importante da empresa ele jamais deixa de ser o vendedor.

Gestor de vendas
Profissional que gerencia todo o time de vendas e é a ponte entre eles e os executivos.

Account executive (AE)
O AE faz a venda e fechamento do negócio. Vale lembrar que a prospecção e o customer success não devem ser de sua responsabilidade.

Marketing
Apesar dos profissionais de marketing não estarem necessariamente inseridos dentro das áreas de vendas, eles possuem um papel muito importante para a área.

Sales Development Representative (SDR)
Este profissional é focado na prospecção para gerar oportunidades e leads mais qualificados.

Customer success manager (CSM)
É fundamental fazer o monitoramento e a fidelização dos clientes para que ocorra satisfação e venha a ter menos churn.

Para mais especificações de cada profissional, veja as Principais funções de vendas B2B.

Para entender ainda mais o que é B2B temos uma seleção de conteúdos que aumentará não só a compreensão como ajudará a otimizar processos de vendas e análises:

Principais funções de vendas B2B;
Principais indicadores de prospecção B2B;
Hacks para aumentar a geração e conversão de leads B2B;
Hacks para aumentar o fechamento de vendas B2B.
Agora que você já sabe o que é B2B, pronto para mergulhar nesse modelo de negócio?

Fonte: blog.ramper

O vendedor do passado e o gestor do futuro

Há algum tempo, o cenário do mercado de vendas era bem diferente deste que conhecemos hoje. Antigamente o cliente não possuía informações sobre os produtos, havia poucas opções de escolha e ele não tinha consciência dos seus direitos.

Há algum tempo, o cenário do mercado de vendas era bem diferente deste que conhecemos hoje. Antigamente o cliente não possuía informações sobre os produtos, havia poucas opções de escolha e ele não tinha consciência dos seus direitos. O cliente era tratado apenas como “mais um” e em alguns casos era um “mal necessário”. Hoje, já existe a consciência dos direitos do consumidor, e isso faz com que ele exija e tenha opções de produtos e serviços diferenciadas.

No passado, devido à elevada demanda e baixa concorrência, o setor de vendas atuava com profissionais pouco especializados. Não existia preocupação com a concorrência direta ou indireta e tampouco se faziam planejamentos estratégicos que projetassem a empresa a curto e médio prazo. A área de marketing com o desafio de planejar, delinear e integrar, não existia. Era mero setor de propaganda, sendo necessária apenas criatividade por parte dos seus profissionais.

Hoje, as empresas devem estudar e conhecer profundamente a concorrência, partindo para a atuação cada vez mais focada em nichos e fugindo das commodities. Elas devem descobrir os pontos fracos e fortes da concorrência e, de posse dessas informações, traçar suas estratégias de atuação no mercado-alvo, preparando sua equipe de vendas.

 

 

O que se exigirá do vendedor no futuro é muito mais que conhecer o produto, espera-se que ele transforme a venda em uma experiência memorável para o cliente e consiga destacar o que realmente agregará valor a ele – valor não é o que o produto oferece, e sim o que o cliente percebe dele, esse é o novo mundo, o das percepções. Além disso, o vendedor deve ter elevada iniciativa, motivação, atenção, organização e atualização.

 

No futuro, o vendedor será um gestor não só de seus resultados e carteira de clientes, mas também da sua capacidade produtiva em todas as suas abordagens: certificações necessárias para atender determinado mercado, gestão de estoque, gestão ambiental, responsabilidade social, entre outros fatores que podem influenciar direta ou indiretamente no valor percebido pelo cliente em seu produto.

 

E para conhecer cada vez mais o produto da sua venda, a empresa deve investir em treinamento e desenvolvimento profissional. Para motivar seus profissionais de vendas, ela pode utilizar diversos recursos, inclusive a palestra – mas não aquela proferida por gurus hilariantes, e sim por profissionais comprometidos com a qualidade do conteúdo – pois a palestra tem o papel de provocar, de estimular os profissionais a repensarem a forma e conteúdo do trabalho, de fazê-los avaliar as necessidades de mudanças adaptando-se aos novos tempos.

 

A motivação deste gestor de vendas propiciará a busca incessante por novas oportunidades de negócios. Como disse Einstein: “Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”.

 

A avaliação desse profissional também deverá ser diferenciada. A empresa não deve avaliar somente o resultado financeiro ou o volume de suas vendas, mas também resultados, como: a retenção de clientes, captação de clientes que geram mais rentabilidade, venda de soluções completas ou integração de mais produtos aos que já se vendia a um determinado cliente, efetividade, entre outros.

 

A empresa do futuro deverá ter o foco do cliente, e não no cliente, e o profissional de vendas deverá ter cada vez mais o exato perfil da empresa que representa, ou ainda mais: o exato perfil do produto que comercializa, deixando de ser um simples tirador de pedidos para ser um gestor da unidade de negócio sob sua responsabilidade e um consultor amplo e interessado para atender o cliente. Mas esse futuro do qual venho falando, é hoje, agora, é preciso começar já.

Fonte: administradores

 

Você já se preparou para as consequências da evolução das vendas?

O processo de vendas veio evoluindo ao longo do tempo. Você está preparado para tirar o maior proveito de seus esforços?
Se você tem sido um vendedor profissional há pelo menos 10 anos, você presenciou a mudança no curso da história das vendas.

Você deve ter sentido que algo mudou, não? Você deve ter percebido que as coisas não estavam seguindo o mesmo curso das vendas, assim como elas haviam sido desde sempre. Houve uma incontestável evolução das vendas.

A evolução das vendas: você está preparado?
A profissão de vendedor está enfrentando a sua maior mudança desde a invenção do telefone.

O modelo de vendas que usamos para criar confiança em nossos prospects e nossos mercados está mudando diante de nossos olhos.

As vendas são indiscutivelmente a profissão mais antiga do mundo, e apesar de um monte de coisas terem mudado desde o seu nascimento, muitas outras continuam iguais.

Por exemplo, um vendedor ainda precisa de:
Prospects.
Criar interesse.
Comunicar de forma eficaz.
Contar uma história.
Superar objeções.
Negociar.
Pedir a venda.
Estes fundamentos atemporais de vendas permaneceram intocáveis desde o início da história das vendas, e vai continuar sendo parte dos pilares das vendas modernas, para quem quer vender bem.

A evolução do processo de vendas

No entanto, existem muitas coisas que mudaram na profissão de vendas o que faz com que todo vendedor tenha que se adaptar e abraçar a mudança, a evolução das vendas, se quer continuar uma carreira de sucesso em vendas:

Os métodos de comunicação mudaram.
O nosso círculo de influência mudou.
A disponibilidade de inteligência e as informações mudaram.
O cenário competitivo mudou.
E o comportamento de compra mudou.
O poder nas mãos dos clientes
Hoje os compradores têm muito mais poderes do que qualquer outra pessoa em qualquer outro momento da história.

Qualquer tipo de informação que seu potencial cliente queira sobre você está facilmente disponível online.

Eles podem acessar depoimentos, páginas de produtos, especificações, comunicados de imprensa, informações competitivas, preços e praticamente qualquer outra coisa que eles queiram ter em suas mãos, sem muita dificuldade.

E se os consumidores não encontrarem o que estão procurando sobre a sua oferta, não hesitarão em passar para o próximo concorrente.

No passado um vendedor tinha o controle da conversa, porque eles controlavam o fluxo de informações. Com a evolução das vendas, isso mudou.

Esse controle agora mudou para o comprador, e estudos mostram que os decisores, em média, consumem conteúdo antes de estarem prontos para uma conversa com o vendedor.

Além disso, as táticas de prospecção como as ligações frias têm diminuído em eficiência e estão cada vez mais sendo vistas como uma interrupção e um aborrecimento para os prospects.

Os últimos relatórios têm demonstrado que a taxa de vendas via ligações frias tem caído para 2,5%. Então vamos comparar as diferenças entre as eras de vendas.

Ligações frias versus tecnologia
No modelo tradicional de vendas o telefone era o principal método de prospecção.

As chamadas eram realizadas em um grande volume para gerar uma alta taxa de conversão em alguns clientes em potencial qualificados que estariam dispostos a fazer uma demonstração.

Embora as ligações não tenham desaparecido completamente, hoje existem maneiras mais eficazes de prospecção que devem ter prioridades, sobre as ligações – ou pelo menos o mesmo grau de importância.

A evolução das vendas nos levas a enfatizar a prospecção através do Twitter, LinkedIn e outras redes sociais que podem proporcionar uma melhor qualidade de leads, bem como ajudar a aquecer as chamadas frias.

Aproveitar a inteligência, tecnologia e ferramentas de vendas também pode ser muito útil para que nos tornemos mais orientados, organizados e eficientes na hora da prospecção.

E tudo isso sem precisar recorrer à temida chamada de vendas.

Discursos de vendas versus engajamento
Discursos de vendas enlatados costumavam ser uma obrigação para manter a eficiência com o trabalho e o volume de vendas.

O discurso pode ser algo fácil de ser ensinado e seguido, mas eles podem afastar os prospects, porque hoje os potenciais clientes sabem detectar um discurso enlatado de vendas e acabam se tornando mais resistentes a essa abordagem.

O moderno vendedor, que acompanha a evolução das vendas, depende de um compromisso real com seus prospects.

O engajamento real pode ser feito através de uma variedade de canais: curtindo as mensagens na fanpage, enviando mensagens de aniversário, comentando fotos no Instagram e interagindo na LinkedIn.

Essas são apenas algumas das maneiras de interagir e se mostrar engajado com a causa de seu potencial cliente.

A abordagem consultiva personalizada proporciona uma melhor experiência para o cliente e é muito mais provável que ela resulte em uma venda, em vez de um discurso de vendas genérico.

Veja mais em nosso blog: O diferencial de uma venda consultiva

Conteúdo versus publicidade
Nos velhos tempos, anúncios de TV, outdoors e anúncios em revistas eram muito convincentes e ajudavam a converter milhões de potenciais clientes em clientes.

Hoje, a publicidade tem perdido muita eficácia e credibilidade. Os compradores têm uma desconfiança natural para a publicidade e, estão muito mais propensos a acreditarem em comentários de terceiros, depoimentos e outras fontes.

O conteúdo é a nova publicidade. O vendedor moderno está trabalhando na curadoria e distribuição de conteúdo próprio e de terceiros para seu público.

Eles usam esse conteúdo para fornecer valor para os prospects durante a jornada de compras.

Vendedores que são capazes de fornecer conteúdo relevante e valioso serão capazes de cultivar melhores relacionamentos, aumentar a sua consciência, sua geração de leads e, eventualmente irão se tornar uma autoridade.

 

A jornada do cliente mudou com o tempo. Assegure-se de estar ajudando a tomar suas decisões.

Você está pronto para as mudanças?
As vendas ainda estão evoluindo e a maioria das organizações não chegaram a um ponto onde podem depender 100% das vendas modernas.

No entanto, as empresas que terão mais sucesso no futuro são as que aprenderem rapidamente a se adaptar aos hábitos de seus clientes, a evolução das vendas e se tornarem conscientes e preparadas para executar o novo modelo de vendas.

Você tem trabalhado seus métodos de vendas modernas, ou tem usado os mesmos esforços que sempre usou, para garantir suas vendas?

Garantir um aumento nas vendas é muito mais do que apenas praticar mais do mesmo esforço. Para isso é preciso praticar de maneira mais eficiente o que já vem sendo feito, e praticar novas ações visando novos resultados.

Quer se preparar ainda mais para a evolução das vendas? Baixes nosso e-book gratuito: Guia: como ser mais produtivo e eficiente nas vendas

Fonte: agendor

 

Thiago Concer

Aqui no meu canal você encontra vídeos especiais para #vendedores e gestores que tem Orgulhode Ser Vendedor. Confira dicas práticas, metodologias efetivas e hacks de venda que vão te tornar um profissional top performer e deixar o seu time de vendas repleto de batedores de metas! A minha missão é te fazer um monstro que domina o mercado, lidera com garra e atinge resultados extraordinários através das vendas. Toda semana tem conteúdo novo e exclusivo por aqui. Inscreva-se agora e não perca a oportunidade de aprender as melhores estratégias e otimizar o seu desempenho!

Camila Renaux

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